Tirando o seu irmão do poço

“Cavou um poço e o fez fundo, e caiu na cova que fez” (Salmos 7.15).

Quantas pessoas caem nas próprias ciladas que fazem para seus semelhantes. Não são poucas as criaturas humanas que lutam para verem a destruição do próximo, porém, somente a misericórdia de Deus é capaz de livrar o humilde e o pobre de espírito do laço do passarinheiro e de caírem nas covas feitas por alguém de coração ruim e perverso.

O salmista orava ao Senhor assim: “Livra-me, meu Deus, das mãos do ímpio, das mãos do homem injusto e cruel.” (Salmos 71.4). Não é nada agradável ser alvo de um coração doentio e vingador, que tudo faz para destruir a felicidade do outro. É bom quando você tem como protetor o Senhor Deus Todo Poderoso. O salmista cantava essa confiança e mesmo assim pedia-lhe proteção: “Os meus tempos estão nas tuas mãos; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos que me perseguem.” (Salmos 31.15).

Ora, se estando guardo em Cristo o Diabo ainda faz um estrago no seio do rebanho do Cordeiro, imagine não estando guardado sob a potente mão do Senhor.

Vejamos o que diz o salmista: “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel. Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia.” (Salmos 91.1-6).

O meu conselho para você neste dia é para não se afastar, jamais, de Jesus Cristo, autor e consumador da fé. Ele é “o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na hora da angústia”, porquanto, é preciso que você esteja nEle e Ele em você, para seu próprio bem e manutenção de sua salvação. Se você estiver em Cristo é mais fácil para você ter condições espirituais para tirar o seu irmão do poço, da dificuldade, do meio da confusão em que ele se meteu.

Mundo de iniquidade

“A língua também é um fogo; como mundo de iniquidade, a língua está posta entre os nossos membros e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno” (Tiago 3.6).

Que língua é essa! Deus tenha misericórdia de nós, pois trata-se da nossa própria língua. Ela se não for domada, santificada e bem convertida, será capaz de incendiar, não somente um bosque (nossa família), mas também toda uma floresta (a igreja e a sociedade): “Assim, também, a língua é um pequeno membro e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia” (Tiago 3.5).

É perigoso não se ter o controle sobre a língua. Tiago diz que nenhum homem pode controlá-la; “Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear…” (Tiago 3.8).

Cada vez mais me convenço que há cristãos, totalmente escravos da sua própria língua, porquanto, eles não conseguem santificar esse pequeno membro, que causa tantos males morais e espirituais. Eles não conseguem santificá-la porque está ela cheia de peçonha mortal, segundo Tiago 3.8.

Todo crente em Jesus Cristo necessita de exercitar sua língua, de modo a torná-la uma bênção. A língua é para abençoa ao semelhante e glorificar ao Senhor: “Com ela bendizemos a Deus Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.” (Tiago 3.9).

Não é recomendável, de uma mesma fonte, sair água doce e água salgada, nem da mesma boca procedem palavras que abençoam e palavras que amaldiçoam, todavia, Deus não se agrada de tal atitude. A Bíblia orienta: “…de uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.” (Tiago 3.9,10).

O mundo na verdade é untado de iniquidade, porém, nós não somos do mundo, mas nele estamos por algum tempo, então, é recomendável que saibamos utilizar bem a nossa língua.

Forno preste a apagar-se 3

“Todos eles são adúlteros; são semelhantes ao forno aceso pelo padeiro, que cessa de mexer nas brasas, depois que amassou a massa, até que seja levedada.” (Oséias 7.4).

Oséias recebeu ordem de se casar com uma mulher de prostituições e ser o pai de filhos de prostituição, mas nem por isso, ele permitiu que Satanás apagasse o fogo do Espírito Santo em sua vida.

Quando o homem de Deus tem uma vocação e uma chamada divina, e que não negligencia o seu ministério recebido do Senhor, então, ele pode dizer como disse Paulo: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.13). É bom realizar o trabalho para Deus, porém, é preciso receber dEle uma unção especial, uma chamada específica, e não sair por ai dizendo que tem a Cristo e que este, o mando falar assim e assim. Quem diz que somos ou não homem de Deus é o povo. A Bíblia diz: “Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesmo não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.” (João 15.4).

Quando não estamos nEle, em Cristo, então somos como o forno aceso pelo padeiro, que cessa de mexer nas brasas… logo, logo irá se apagar ficando somente as cinzas. Quantos ministros precisam oxigenar os seus ministérios? Não se faz isso sem intimidade com Deus, sem ter uma vida de oração, sem meditar em Sua santa Palavra, e sem ser assíduo aos trabalhos. É preciso voltar a cuidar de vidas, para isso Deus os chamou. Mantenha a chama do Espírito Santo acesa em sua vida, não desanime.

Oséias, mesmo sabendo que sua mulher era infiel e que se restituía, ele permaneceu firme na presença de Deus. Oséias tinha temor ao Senhor. Ele não fez o mesmo que sua mulher fez. Ele não procurou outra mulher, como muitos fazem e convivem com mais de uma mulher e cuidam de mais de uma família. Oséias era íntegro e ama a Deus, tinha ele comunhão com o Senhor e por isso foi um vencedor.

O forno aceso pelo padeiro é um forno que não ficará quente por muito tempo. Meu amigo e irmão em Cristo se você não sente mais o fogo do Espírito Santo, então, há cinzas em suas brasas. Deixe Deus soprar as cinzas, as iniquidades, o pecado e você verá que sua vida irá acender novamente. Este é o fogo legítimo.

Forno preste a apagar-se 2

“Todos eles são adúlteros; são semelhantes ao forno aceso pelo padeiro, que cessa de mexer nas brasas, depois que amassou a massa, até que seja levedada.” (Oséias 7.4).

Oséias era um profeta que se dedicava fielmente a sua chamada divina. Ele exercia com fidalguia o seu ministério profético. Sua história é comovente, impactante e de cunho espiritual.

Hoje, infelizmente, tem muitos obreiros que não reúnem condições favoráveis para se manterem com título de pastor, ministro do evangelho, ou mesmo bispo, ou apóstolo. São em grande parte mercenários, conforme João 10.13 “Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.” – ou seja, só sabem maltratar as ovelhas, retirar delas toda a lã e, não cuidam como deveriam cuidar, à luz da Palavra de Deus.”

Estes tais são chamados de forno preste a se apagar, tal como o forno aceso pelo padeiro, que cessa de mexer nas brasas. No mundo globalizado como o que vivemos, onde tudo é conduzido à luz da secularização, é preciso ter cuido, pois “espertos” existem por toda a parte, porém, o Espírito Santo jamais será enganado e quem estiver em Cristo, será guardado e orientado para que não caia no laço do passarinheiro.

Deus não tem se agradado desses obreiros semelhantes ao “…forno aceso pelo pedreiro, que cessa de mexer nas brasas, depois que amassou a massa, até que seja levedada.” , são falsos mensageiros, que se dizem espirituais e não o são; que juram que oram e jejuam pelas ovelhas e não o fazem; são eles que entram pelas casas dizendo-se profetas e causam tremendas confusões, não têm vida de comunhão com o Espírito Santo, pois, seu legado cristão é só confusão e derrota.

Deus é a nossa luz. Deus nos colocou como luz no mundo e sal na terra. Não podemos viver enganados e dilubriados por homens e mulheres que se dizem espirituais, que deixam marcas indeléveis de tristezas e angústias em nossas vidas e, também, em nossas famílias. Que desfazem os casamentos e lançam nossos filhos no inferno. É preciso provar tais espíritos: “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” (1 João 4.1).

Deus colocou em sua responsabilidade um grande trabalho, ou talvez Ele tenha lhe dado alguns talentos, então, não negligencie, faça a sua parte e o Senhor irá te recompensar. Não deixe de fazer aquilo que Deus tem te ordenado, Ele é o Senhor de tua vida e tem promessas para você, porém, é preciso que você faça a Sua vontade. Se assim proceder o seu fogo, a sua chama, o seu forno permanecerá aceso constantemente, e o fogo do Espírito Santo será uma realidade em sua vida. Aleluia! (continua)

Forno preste a apagar-se 1

“Todos eles são adúlteros; são semelhantes ao forno aceso pelo padeiro, que cessa de mexer nas brasas, depois que amassou a massa, até que seja levedada.” (Oséias 7.4).

Oséias é um dos profetas chamados menores. Seu pai chamava-se Beeri e em hebraico Oséias significa “livramento” ou “salvação”. A história deste profeta é por mim considerada como de grandes ensinamentos para a vida cristã hoje.

O profeta acusou a terra de se prostituir, tal como a sua esposa foi tida e havida como infiel. Sua esposa chamava-se Gômer, e era filha de Diblaim. O livro é rico em ensinamentos, não somente para Israel, mas também para nossas vidas.

Oséias foi um profeta que mais tempo profetizou na Bíblia, talvez cerca de 60 anos. Ele começou seu ministério profético no período do rei Uzias e vai até os dias do rei Ezequias, rei de Judá. Oséias fazia bem o seu trabalho.

Hoje, infelizmente, tem muitos cristãos que não conseguem mais se dedicar à chamada que o Senhor lhe fez à semelhança de Oséias. Suas responsabilidades, geralmente, são delegadas para outras pessoas fazerem e, com isso a obra não é realizada como o Senhor deseja e com isso a obra está sofrendo, porquanto, muitos líderes, estão deixando de fazer o que Deus ordena e preferem passar a bola para outro obreiro.

É comum alguém se identificar com aquilo que realizam. Outro dia um profissional da medicina fez um procedimento errado na clinica que trabalhava e o paciente veio a óbito. Muitos casos desses surgem na mídia todos os dias e em alguns deles esses profissionais são falsos médicos e sem licença para exercerem a nobre profissão de médico.

De igual maneira temos inúmeros ministros do evangelho que se acham o mais habilitado e capacitado teólogo, capaz de conduzir pessoas aos pés de Cristo, porém, seus atos e suas atitudes cristãs não condizem com o que pregam e acabam matando muita gente, espiritualmente falando. Geralmente, são “profissionais do evangelho” e tudo fazem para ganhar dinheiro, menos conduzirem vidas à salvação. São forno acesos que já estão se apagando, como forno de padeiro, que cessa de mexer nas brasas.

São obreiros que se acham, pensam que são pastores, até se vestem como tal, porém, quando aconselham ou ensinam, percebe-se que não reúnem nenhum tipo de experiência com o Espírito Santo, não conseguiram ao longo de suas carreiras cristãs não experimentaram nenhum tipo de comunhão com Deus. Os tais são fornos acessos de padeiro que logo, logo irão se apagar. (continua).

Não deprecie a si mesmo

“E Mefibosete, filho de Jônatas, o filho de Saul, veio a Davi, e se prostrou com o rosto por terra e inclinou-se; e disse Davi: Mefibosete! E ele disse: Eis aqui teu servo. E disse-lhe Davi: Não temas, porque decerto usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu sempre comerás pão à minha mesa. Então se inclinou, e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (2 Samuel 9.6-8).

Se há uma história que me fascina, aqui está, a referente a Mefibosete, filho de Jônatas e neto de Saul, rei de Israel. Me comove este relato bíblico porque se trata de uma realidade cujos ensinamentos para os nosso dias são enormes. Não somente de superação, mas de espera por misericórdia da parte de Deus, de reconhecimento por parte do rei para quem perdeu tudo e todos que se relacionavam com Saul seu avô.

Os traumas e feridas acumulados no coração de Mefibosete, fizeram dele uma pessoa amargurada, ainda mais que, ele havia quebrado ambas as pernas quando sua ama fugia da matança da família real, nos dias em que Davi foi declarado rei de Israel. Ele cresceu se arrastando pelo chão. Por se próprio, não via ele nenhuma perspectiva de mudança ou de reconhecimento por parte do rei Davi. Ele vivia escondido, pois era um remanescente que sobreviveu ao massacre. Ele vivia em Lo-Debar, na casa de Maquir.

Mefibosete era um príncipe, que vivia em grande dificuldades. Ele mesmo descreve a si próprio diante de Davi: “…Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” – “um cão morto”, ou seja, um desprezível, uma pessoa que não merece ser olhada e nem ajudada, a não ser, enterrada de uma vez por toda, porquanto, não há nela vida. Foi mais ou menos isso que Mefibosete disse para o rei e que muitas pessoas hoje em dia estão dizendo de si mesmas, mas na vida, não funciona assim, enquanto há fôlego, há esperança e o nosso Deus é o Deus da esperança, da fé e do amor. NEle podemos todas as coisas (Fp 4.13).

Frustrado por ser um príncipe e sem ter condições físicas de ir a uma guerra, de empunhar a sua espada e defender o seu povo, o seu reino, assim vivia Mefibosete (em hebraico, homem de vergonha), como ele mesmo disse: “um cão morto”. Seu pai foi um grande guerreiro e seu avô um bravo lutador. Mas nada disso servia de motivação, pois ele era aleijado de ambas as pernas.

Frustrado porque seus amigos tinham uma família, um pai, uma mãe e irmãos e ele não, Mefibosete depreciava a si próprio e dizia: “sou semelhante a um cão morto”? Ele na verdade, não tinha ninguém. Seus parentes foram mortos. Ele agora vivia de favor na casa do amigo Maquir. Tinha esposa e um filho chamado Mica (em hebraico, “quem é semelhante a Jeová?”. Realmente não existe deus na face da terra e no céu que seja semelhante ao Senhor dos Exércitos de Israel. Deus é único e capaz de fazer com que o homem prostrado na sarjeta, embriagado pelo mundo de perdição, envolto no manto da iniquidade, e caído na vala do desgosto e da baixa autoestima.

Assim como Mefibosete, existem muitas pessoas. Numa verdadeira sinuca de bico, sem ter nenhuma esperança de melhora, de mudança ou mesmo transformação. Todavia, estão lutando, mesmo tendo suas forças se esgotado, sua fé naufragado e a esperança sido enterrada de vez. Para vocês que se acham nesse dilema, nessa caverna escura, sem saber como agir, eu te digo com a minha alma esperançosa: Deus não mudou e não mudará jamais. Ele é o único que pode reverter esse quadro doentio e desesperançoso de tua vida. Jesus, Seu Filho amado morreu na cruz por mim e por você. Hoje, ele te diz: Desperta, se levante e Eu, o Senhor te darei vitória. Não diga mais que és “um cão morto”, mas que és filho do Deus vivo e que te socorre na hora da angústia, do desespero e te perdoa os pecados. É hora de recomeçar!

Não viva sem a Glória de Deus em tua vida

“E chamou ao menino Icabode, dizendo: De Israel se foi a glória! Porque a arca de Deus foi tomada, e por causa de seu sogro e de seu marido.
E disse: De Israel a glória é levada presa; pois é tomada a arca de Deus.” (1 Samuel 4.21,22).

A mão do Senhor Deus de Israel, pesou fortemente sobre a casa do sacerdote e juiz de Israel Eli. Deus já vinha avisando que não estava se agradando da maneira como Eli conduzia o seu ministério e também, de como seus filhos Hofni e Finéias conduziam seus ministérios sacerdotais.

É muito perigoso deixar de se preocupar com afinco e dedicação de algo que Deus coloca sob a nossa responsabilidade, que seja um ministério pastoral, um cargo, uma função ou mesmo a administração de um Dom espiritual; nada se pode fazer de modo negligente ou com relaxamento: “Para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.” (Hebreus 6.12).

No livro de Provérbios acha-se assim escrito: “O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador.” (Provérbios 18.9). Se você tem verdadeiramente, Cristo como seu único Senhor e Salvador, então, é mais do que justo reconhecer o que Ele fez por você, pois, maior sacrifício Ele fez na cruz por amor de todos nós.

A mãe do menino morto e esposa do sacerdote Finéias que morreu na batalha, sabia perfeitamente o significado da derrota de seu povo para os Filisteus e da importância que era para Israel ficar sem o símbolo da vitória, a presença do Deus vivo, a Arca do concerto. É como se tirar o Salvador Jesus de nossas vidas. Ele ao colocar o nome de seu filho de Icabô, sabia perfeitamente que a maioria do sofrimento humano vem por causa do pecado que se pratica contra Deus.

A história da mãe de Icabô tipifica a experiência de todos aqueles para quem a vida perdeu o significado, a graça, a razão de ser. Se você está atravessando alguma crise, em alguma área de sua vida, então, é hora de refletir na Palavra de Deus, e colocar a sua vida no altar do Senhor e clamar a Ele por misericórdia, por socorro e alcançar dEle o verdadeiro perdão. Não permita que os seus problemas sejam maiores do que Deus. Não aceite que as mensagens de Satanás venham lhe trazer angústias e tormentos. Dê um brado de vitória e abrace a pessoa de Cristo e Ele mudará o cenário de todo o teu ser. Aceite de volta a glória de Deus para tua vida! Não viva sem ela, mais um minuto.

Boas obras são para serem realizadas por todos os homens, independente da religião

“Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra” (Mateus 12.13).

A cura deste homem que tinha uma das mãos seca é exemplo de que, nós cristãos, podemos realizar uma grande obra para Deus, ou seja, fazer boas obras, as quais trazem felicidade para as pessoas necessitadas e, acabam alegrando ao Senhor Deus.

Tem pessoas enfermas, com necessidades de moradia, de comida, de água, e outras coisas básicas, as quais elas não têm acesso com facilidade, principalmente, o Evangelho explicado e prático a fim de que elas possam se decidir por Cristo, o Salvador eterno.

As boas obras, quando bem feitas e sem interesse elas glorificam ao Senhor e as portas se abrem da parte de Deus. A Bíblia, no capítulo dez de Atos dos Apóstolos, relata a história de um homem por nome Cornélio. Ele praticava as boas obras por amor as pessoas e tal comportamento e atitude de Cornélio, levou Deus a visita-lo e o próprio Senhor indicou a ele próprio como encontraria a salvação, ou seja, como ele iria conhecer a Jesus Cristo, o Salvador da vida. As boas obras são para a glorificação do Pai: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5.16).

O cristão que pratica com amor as boas obras só tem a lucrar com o Senhor. “que façam o bem, enriqueçam em boas obras, repartam de boa mente e sejam comunicáveis. Que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna” (1 Timóteo 6.18,19). Assim procedendo a vida cristã será enriquecida.

Não se faz as boas obras em seu próprio nome, como é costume de ulguns seguimentos de nossa sociedade, mas em nome de Jesus Cristo, para que este seja glorificado. “E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus Cristo, dando graças a Deus Pai” (Colossenses 3.17).

Não se faz alguma coisa para alguém pelo simples fato de fazer, mas por amor. Quando o amor entra em cena tudo fica mais glorioso e, claro, Jesus se alegra com a atitude do cristão que realiza as boas obras com o espírito de humildade, radiante de amor fraterno. O apóstolo Tiago diz: “Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre, pelo seu bom trato, as suas obras em mansidão de sabedoria” (Tiago 3.13). O escritor aos hebreus assim se expressa: “Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do trabalho da caridade que, para com o seu nome, mostrastes, enquanto servistes aos santos e ainda servis” (Hebreus 6.10).

Por que é tão importante para o cristão fazer boas obras? Porque com esta atitude de nobreza, ele demonstra a realidade de sua verdadeira fé. Não se pratica as boas obras por interesse ou por vanglória própria, mas por amor e fé.

O apóstolo Tiago afirma em sua epístola: “Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos, e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá dai? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma” (Tiago 2.14-17).

Boas obras são para serem realizadas por todos os homens independentes de suas religiões, quanto mais os cristãos que foram salvos por Cristo.

Fé em ação é sinônimo de bênção

“Porque dizia consigo: Se eu tão somente tocar o seu vestido, ficarei sã” (Mateus 9.21).

Tocar em Jesus se constitui num grande privilégio, bem como se abre para o homem um caminho de bênçãos e, consequentemente, lhe são concedidas responsabilidades, as quais devem ser observadas à luz da Palavra de Deus, tais como: o cuidado com si próprio, o amor para com o Senhor, o semelhante e a Sua obra aqui na terra.

O envolvimento com Cristo requer que o cristão seja obrigado a testemunhar de suas maravilhas, seus feitos e o Evangelho de Jesus, a fim de que o Reino de Deus seja expandido e vidas sejam alcançadas pelo amor do Senhor. Paulo disse que: “É me imposta essa obrigação”. Na verdade é uma obrigação, pois o cristão, depois de ser alcançado pelo grande amor do Pai, sente essa obrigação de divulgar o quanto Deus fez por ele. Essa divulgação tem uma proporcionalidade: A divulgação está proporcional ao amor que sinto por Cristo. Se eu divulgo o Evangelho é porque eu amo a Cristo. Se eu amo muito a Jesus, então, eu testemunho de seus feitos com bastante frequência.

Um exemplo de fé em ação foi o que ocorreu com a mulher descrita nessa passagem a cima. Ela colocou em seu coração que somente precisaria tocar nas vestes de Jesus para ser curada. Ele lutou por isso. Ela estava enferma a cerca de doze anos e já havia gastado todos os seus bens com os médicos. Aquela seria a sua última investida. Ele ouviu falar de Jesus e precisava colocar a sua fé em ação a qual é sinônimo de bênção.

A mulher que tocou no vestido de Jesus não recebeu somente a cura para o seu corpo físico, mas recebeu a dádiva da salvação: “E Jesus, voltando-se, e vendo-a, disse: tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã.” (Mateus 9,22). A mulher só queria a cura para a sua enfermidade, porém, quando Jesus viu a fé dela em ação, completou a bênção, dando-lhe também a salvação. Aleluia!

A fé genuína requer dois passos importantes por parte do que busca a cura: primeiro a entrega do problema a Deus e depois confiar que Ele irá resolvê-lo. Alguns entregam de fato o problema ao Senhor, porém, não tem paciência para esperar a cura pela fé.

Coloque a sua fé em ação e verás que as bênçãos irão acontecer em sua vida.

O obstáculo já foi removido

“E eis que houvera um grande terremoto porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra, e sentou-se sobre ela” (Mateus 28.2)

É tão maravilhoso ouvir alguém dizer que o seu problema foi resolvido, a sua cura chegou, a questão na justiça foi solucionada, o seu obstáculo foi removido, Cristo na verdade chegou junto e efetuou a bênção, porquanto, estou muito contente com Jesus!

Na passagem em lide, as mulheres, dentre elas, Maria Madalena, tinham ido ao sepulcro de Jesus, cedido por José de Arimatéria. É bem provável que elas tenham comentado: “como iremos chegar ao corpo do Mestre se há uma pedra enorme na entrada do sepulcro? Mesmo assim elas se dirigiram ao local onde haviam depositado o corpo do filho do carpinteiro de Nazaré. Era o primeiro dia da semana e para surpresa das duas Marias, a pedra que fechava o túmulo de Jesus havia sido removida, oh, glória!

A surpresa de ambas as mulheres foi grande, principalmente, porque elas encontram um anjo celestial que lhes afirmou que Jesus já não estava mais ali, mas havia ressuscitado e que divulgasse isso aos Seus discípulos. A alegria foi realmente enorme. Elas saíram apressadamente e foram comunicar o fato aos apóstolos conforme orientação do anjo.

Será que o seu problema foi resolvido por Cristo? Há algum obstáculo em sua vida que esteja atrapalhando seu relacionamento conjugal? A criação de seus filhos? O teu tratamento com as pessoas no seu local de trabalho? Ou mesmo na igreja onde você congrega? Existe um “trator” capaz de desfazer todo e qualquer empecilho na vida do homem chamado PERDÃO, primo do amor e da reconciliação. O perdão e o amor juntos são capazes de ganhar todas as batalhas espirituais que se evidenciem no seu caminho e destruir todo e qualquer obstáculo que por ventura venha surgir em tua caminhada cristã.

Não permita que neste ano que acabou de chegar, o 2018, seja marcado por barreiras e dificuldades capazes de atrapalhar e impedir o seu crescimento material e espiritual.

A fé, a esperança e o amor são o tripé da vitória, e o maior deles é o amor. Permita o Espírito Santo remover as barreiras que estão impedindo a tua caminhada de  fé e esperança em Deus.

A fé é o ponto vital das relações do homem com o Senhor Deus

“E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiram: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé” (Mateus 8.10).

Essa passagem retrata a acura do servo de um centurião da cidade de Cafarnaum. Muitos milagres operados por Jesus Cristo não foram registrados na Bíblia. Em Cafarnaum Jesus realizou muitos milagres, e não operou mais por causa da incredulidade do povo ali. Cafarnaum foi considerada, nos dias de Jesus Cristo, o centro do ministério terreno de Jesus. Uma cidade situada a noroeste do mar da Galiléia, na região de Zebulom e Naftali, cujo nome significa em hebraico, “Lugar de consolação”.

Neste ano de 2018, o Senhor Deus quer te consolar e te orientar para que você trilhe os 365 dias bem e na total dependência do Seu Espírito Santo. É possível que você tenha findado o ano de 2017 necessitando de consolação, de amparo espiritual e de amor. Jesus lhe oferece tudo isso, bastando somente você crer nEle, se chegar a Ele e assumir o compromisso de segui-lo em fé e amor, bem como ajudar a resgatar alguns que estão morrendo pelo fogo do pecado.

É a fé o ponto mais importante para que haja entre você e Deus uma profunda e estreita comunhão. O Centurião não buscou solucionar os seus problemas junto ao Mestre da Galileia, mas procurou interceder por seu criado, que estava moribundo e necessitado de cura e libertação espiritual.

O Centurião demonstrou ter muita fé em Cristo, pois, não permitiu que Jesus fosse ao seu lar, porquanto, ele mesmo disse a Cristo que se achava indigno, um pecador, para receber um homem tão santo como Jesus de Nazaré. Ele creu que somente a autoridade do Filho de Deus, e a Sua palavra de fé e autoridade, seria capaz de repreender a enfermidade do seu criado, e este, seria tremendamente sarado. Assim como ele creu aconteceu.

Jesus ficou maravilhado da grande fé do Centurião: “E maravilhou-se Jesus, ouvindo isto, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé” (Mt 8.10).

O Centurião demonstrou que conhecia muito bem a Jesus e não tinha dúvidas que estava procurando na fonte certa a cura de seu servo. Ele demonstrou humildade e confiança nas palavras do unigênito do Pai. Ele tinha consciência de que o Filho do homem tinha autoridade do céu, autoridade divina e na verdade ele não se enganou.

Não sabemos se no decorrer desse ano de 2018, alguma coisa aconteça na minha e na sua caminhada; algo que possa nos contrariar, nos entristecer, porém, se por um acaso surgirem barreiras e dificuldades que precisem ser derrubadas, é bom que haja a intervenção divina, então, é preciso buscar ajuda na fonte certa: Cristo.

Tome o exemplo do centurião de Cafarnaum: seja humilde, tenha fé em Deus e reconheça que Jesus Cristo é o grande Salvador e capaz de solucionar o seu problema. Tenha fé nEle e no mais Ele tudo fará, diz a Bíblia Sagrada.

Saiba tão somente que, a fé, é o ponto vital das relações do homem com o Senhor Deus.

O telefone está tocando!

“Clama a mim e responder-te-ei e anunciarei coisas grandes que não sabes.” (Jeremias 33.3).

“O telefone está tocando!” – esta expressão foi muitas vezes ouvida em várias partes do mundo e em ocasiões diferentes nesse ano que passou e não vai ser diferente neste ano de 2018, o ano de um oito só, o ano que eu batizei de ano da aliança, pois o oito é formado de duas alianças juntas. Se o telefone está tocando é porque uma mensagem nova está chegando ou alguém está nos ligando e quer falar conosco.

Se você pensar nessa invenção como sendo uma coisa útil e necessária estarás correto, porém, se não tiveres cuidado e disciplina pessoal, ele poderá te tirar a paz, a tranquilidade e lhe atrapalhar em muitas coisas, aliás, ele causa até mesmo doenças terríveis as quais estão sendo tratadas com remédios de tarja preta.

Pensar na comunicação com Deus é lembrar daquilo que Ele mesmo disse: “Clama a mim…” – é gratificante quando você tem disciplina consciente ao ponto de não esquecer de ligar para o seu Deus, o criador de todas as coisas. O Sdnhor deu capacidade para o homem descobrir esse meio de comunicação tão útil, que tem salvado tantas vidas e que hoje, por imprudência e mal do aparelho, tem trazido sérios problemas para a humanidade.

Parece-me que o telefone faz parte da vida de todos, tanto do adolescente, como do jovem e dos adultos também. Muitos dizem: “Não consigo mais viver sem o telefone”. Isso é uma verdade, porém, as regras disciplinares para saber usá-lo bem e de forma correta precisam ser desenvolvidas e praticadas por cada um que o possui.

Pensando no telefone de Deus, será que o mesmo tem tocado com frequência, quando você liga? Será que Deus está atento as suas orações? Será que você tem ligado corretamente? Qual o número do telefone de Deus? é Jeremias 33.3.

Muitas pessoas têm ligado para falar com Deus a nosso respeito, interceder por nós e pedir algo a Deus por nós. Seria isso correto, já que temos também um telefone e sabemos o número do céu? Ou seja, Jeremias 33.3. É bom ligarmos também, gastarmos os nossos créditos e não usar somente os dos outros irmãos.

É preciso começar o ano de 2018 utilizando os meios de comunicações com o céu. Em oração se deve chegar à presença de Deus. Assim procedendo, ganha-se as batalhas espirituais que porventura venham surgir na trajetória do caminho cristão.

Não desanime, mas use com frequência o telefone de Deus. Assim como você ligar para seus parentes, amigos e irmãos em Cristo a todo instante e em todos os dias, então, é hora de você se autodisciplinar colocar um propósito em seu coração: não vvou deixar de me comunicar com Deus todos os dias deste ano de 2018.

Faça isso e Deus há de te abençoar muito mais que Ele te abençoou em 2017. Ei! O telefone do Senhor Deus está tocando…! Ele quer te anunciar coisas grandes que você não sabe, oh glória! Não coloque o telefone no silencioso e nem diga que o seu telefone acabou a bateria e por isso você não vai ligar para Deus ou atende-lo quando Ele te chamar. Esse telefone espiritual se carrega à base de oração, exercício da fé, leitura e meditação da Palavra de Deus e assiduidade aos trabalhos de sua igreja. Aleluia!

Jesus cura qualquer enfermidade

“E aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou.” (Atos 28.8).

Públio era o governador da ilha de Malta, quando Paulo ali naufragou (Atos 28.7). Públio era crente em Jesus Cristo e, segundo a história, ele foi o primeiro bispo maltês, sofrendo o martírio pela sua fé em nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Seu pai estava enfermo, com disenteria e Paulo foi visita-lo e orar por ele.

Somente no Novo Testamento, vemos Jesus curar a sogra de Simão Pedro de febre bem alta; curar paralítico de nascença, cego de nascença e, também, provocada a cegueira pela ruindade humana, como foi o caso do cego de Jericó, que teve seus olhos arrancados, segundo a história, porque seu pai Timeu, um ex-oficial judeu, havia se rebelado contra Roma e tendo sido enforcado, seu filho teve os olhos furados.

Jesus também curou uma mulher que há doze anos sofria de hemorragia; Outra senhora, andava encurvada e foi liberta e curada por Ele. O senhor Jesus além de curar inúmeras pessoas de diversas enfermidades, tais como a lepra e defeitos no corpo físico, como foi a cura de um homem que tinha a mão mirrada, Ele libertava as pessoas dos espíritos imundos, como fez com a filha da mulher siro-fenícia, e de dois endemoninhados da aldeia de Gadara. Em fim, Jesus fez muito mais, até mesmo ressuscitar alguém depois de quatro dias de morto, quando o corpo já cheirava mal, como foi o caso de Lázaro de Betânia. Ressuscitou, de igual maneira a filha de Jairo e o filho da viúva de Naim.

E agora, Paulo se acha diante de uma pessoa com forte disenteria, o pai do Governador de Malta. Paulo fez o que lhe competia fazer: orou e Jesus curou o pai do governador.

Qual é a sua enfermidade? Você já sofre com ela há muito tempo? Então, é hora de buscar ao Senhor. Hoje, temos centenas de novas enfermidades, e muitas delas para o homem não tem cura, porém, para Deus não há nada impossível. Jesus é o mesmo ontem, hoje, e eternamente.

Clame a Jesus Cristo, peça oração na igreja, pois a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não deixe para o amanhã, creia e busque ajuda hoje mesmo. Amém.

Grande perigo, acrescentar inverdades à história…

“E aconteceu que, estando eles ainda no caminho, chegou a nova a Davi, dizendo-se: Absalão feriu a todos os filhos do rei, e nenhum deles ficou” (2 Samuel 13.30).

O ano de 2018 chegou quente, não só no contexto político, econômico, mas também no religioso, pois já há país da América do Sul que está criando leis para barrar, impedir que o Evangelho de Jesus Cristo seja difundido e pregado com amor no seu território.

Ano novo, por que não vida nova? Ano em que as ideias sejam melhor apreciadas e os ideais e objetivos de vida sejam buscados, batalhados com mais disposição e justiça, sem ter que lançar mão de subterfúgios mesquinhos e corruptos.

Ano novo requer ideias ricas e cheias de esperança, paz e muito amor cristão. Essas ideias as comparo como sendo uma manivela que coloca um carro para funcionar, ou põe em movimento algo interessante.

Ano novo, faz-me pensar em pensamentos santificados, projetos na vontade de Deus, sonhos possíveis de serem realizados, untados na verdade, na sinceridade e transparência, se possível à luz da verdadeira justiça e da Palavra de Deus, tendo como grande orientador o Espírito Santo.

Esse episódio contado no segundo livro de Samuel é uma realidade que se arrasta até os nossos dias. Em pleno século XXI, ainda deparamo-nos com pessoas que não conseguem contar ou relatar um fato qualquer integralmente, como ele na verdade aconteceu, mas de forma diferente, ao ponto de causar prejuízos, impactos imediatos naqueles que o ouvem.  Alguns até passam mal e morrem em alguns casos, pois não resistem ao falso relato, como se verdadeiro fosse.

Absalão andava muito angustiado e seu coração era puro ódio, porquanto, ele queria de qualquer maneira matar o seu irmão Amnom, porque o mesmo havia abusado sexualmente de sua irmã e cometido um incesto.

Absalão armou grande para seu irmão. Na época aprazada para tosquiar as ovelhas, portanto, dia de importante festa, ele convocou todos os filhos do rei Davi para estarem presentes em Baal-Hazor, lugar onde ele costumava tosquiar as ovelhas.

Ele juntou os seus servos e mandou que dessem bebida a Amnom e quando ele tivesse bêbado, então o matasse: “E Absalão deu ordem aos seus servos, dizendo: Tomai sentido; quando o coração de Amnom estiver alegre do vinho, e eu vos disser: Feri a Amnom, então o matareis; não temais: porque porventura não sou eu quem vo-lo ordenei?.  Esforçai-vos, e sede valentes. E os servos de Absalão fizeram a Amnom como Absalão lho havia ordenado. Então todos os filhos do rei se levantaram, e montaram cada um no seu mulo, e fugiram. (2 Samuel 13.28,29).

Os servos de Absalão assim o fizeram, e quando os filhos de Davi viram tal façanha, montaram em suas mulas e fugiram. Porém, Alguém tomou conhecimento do fato e correu ao palácio onde estava Davi e lhe informou que Absalão havia matado todos os filhos do rei, o que traspassou o coração de Davi como se fosse um punhal afiado.

Uma inverdade, contada por alguém que não tinha o total conhecimento do ocorrido e por puro capricho e desejo de contar alguma coisa a qual culminou na tristeza do rei Davi. “E aconteceu que, estando eles ainda no caminho, chegou a nova a Davi, dizendo-se: Absalão feriu a todos os filhos do rei, e nenhum deles ficou.” (2 Sm 13.30).

Um conselho amigo, nesse inicio de ano: não acrescente nada e nem retire nada de uma mensagem que você tenha que transmitir. Seja verdadeiro e sábio.

Grande é a sua responsabilidade!

“Maridos, amai vossas mulheres, como também, Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25).

Assistindo um desenho animado com meu neto de 4 anos no dia de hoje, o ator principal da série respondeu a pergunta de um jovem que havia lhe perguntado o seguinte: “O que é ser adulto?”. Então, ele lhe respondeu: “Ser adulto é ser responsável”.

Achei interessante a resposta, porém, muitos irresponsáveis, são assim chamados na fase adulta, enquanto, há muitos jovens que são extremamente responsáveis e vivem muito bem nesta vida por isso, ou melhor, por serem responsáveis.

Não poderia iniciar esse ano de 2018 sem convocar a todos os maridos a mergulharem nas águas límpidas da piscina da responsabilidade. Cada esposo tem o seu quinhão de responsabilidade diante de Deus pela sua própria vida e, também, de sua família.

É muito importante falar deste assunto, pois, a maior responsabilidade que recai, realmente, sobre os ombros daqueles que são a cabeça do lar, o sacerdote da casa, o marido, o esposo é sem dúvida a de provedor da família.

Não fui motivado para escrever essa palavra de incentivo e de chamamento à razão, com o propósito de iniciar a trilha vitoriosa deste ano de um oito só na composição dos numerais, mas o Senhor Deus é que me conduziu a deixar para todos vocês essa palavra de alerta e de edificação, a fim de que a responsabilidade de cada um seja voltada, evidentemente, para amar, de todo coração, a sua mulher e assim tornar o lar mais forte e mais saudável, de modo que o reflexo seja sentido na igreja e no seu trabalho, porquanto, o bom humor e a paz irão fazer parte da vida cotidiana da família.

O apóstolo Paulo quando escreveu a sua primeira carta aos Coríntios, capítulo 13 e versos de 4 a 8, ele fala sobre o amor e faz a seguinte afirmação: o amor é paciente, é benigno, não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus próprios interesses, não se exaspera, não se ressente do mal, não se alegra com a injustiça, regozija-se com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e jamais acaba.

Que riqueza o escrito por Paulo. De igual modo ele se dirige aos efésios e fala para o marido, diretamente, amar sua esposa, sua mulher.

Caríssimo amigo e irmão em Cristo, sendo você o líder de seu lar, o sacerdote dele, não permita que o seu amor conjugal e o amor philos esfrie. Renove suas forças, busque no perdão, no acordo, na comunicação sábia, na união, na perseverança e na esperança de um casamento duradouro a felicidade que lhe faltou em 2017.

Cabe ressaltar que, em alguns casos, para que o casamento seja oxigenado e tome novo rumo, outra direção, a correta no caso, onde Deus seja o caminho da felicidade, é preciso cada cônjuge se humilhar e deixar de lado o egoísmo e permitir que o Espírito Santo refrigere a alma e o coração ferido, de modo que as bênçãos de Deus e o amor entre o casal e também os filhos, voltem a reinar tornando o família feliz, conforme está escrito no Salmos 128.

Quero lhe dizer uma coisa: grande é a sua responsabilidade como marido, pai, sacerdote e provedor do seu lar. Não permita que as fraquezas e intempéries desta vida venham sufocar seu casamento. Confie mais em Deus e seja responsável.

Não permita que as suas orações sejam interrompidas diante do Senhor Deus

“Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus coerdeiros da graça da vida; para que não sejam impedidas as vossas orações” (1 Pedro 3.7).

Quando lemos a Bíblia meditando em cada versículo lido e com o espírito quebrantado deixando o Espírito Santo falar ao coração consegue-se aprender de forma correta os ensinamentos nela contidos.

Não são poucas as pessoas que me procuram e perguntam por que as suas orações não são atendidas por Deus, já que, na Palavra de Deus, está escrito que se pedir em nome de Jesus o Pai concederá conforme a petição? A referida pergunta pode ser respondida da seguinte maneira: se a sua súplica estiver de acordo com a vontade de Deus, não há porque o Senhor não lhe conceder o desejo de seu coração, porém, muitas vezes o Senhor retarda porque Ele aproveita a oportunidade para testar o índice da tua  perseverança. Em outros casos, às vezes, as orações não são respondidas porque elas sofrem um bloqueio por parte do inimigo, ou seja, Deus manda o anjo trazer a resposta e o anjo não consegue passar pelas hostes satânicas que habitam nas regiões celestiais, e então, como a pessoa que pede não consegue ser persistente e nem consegue lutar incessantemente pela causa colocada diante de Deus, então, acaba não recebendo.

Há muitos obstáculos as orações dos cristãos. Entre os mais comuns estão: o próprio pecado que acaba obstruindo o caminho, o relacionamento entre o crente e Deus, “Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve” (João 9.31). Ora, se a vida da pessoa que pede não estiver afinada com a vontade de Deus, ou seja, não há comunhão dele com o Senhor Jesus, como irá conseguir comover o coração do todo-poderoso?

Outro obstáculo à oração gira em torno da desobediência à Palavra de Deus, “O que desvia os seus ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável” (PV 28.9). Não tem como convencer Deus desta maneira, ou seja, desviando-se para não ouvir o que diz a Sua Palavra.

Saiba uma coisa neste dia: A Bíblia é a bússola e o manual de vida cristã. Se você não guardá-la no seu coração, certamente, irás tropeçar e cair, afastando-se do caminho da verdade.

Por fim, a incredulidade, a dúvida, ainda tem sido um dos fortes obstáculos para que o Senhor Deus não responda as orações daqueles que a Ele clama, “Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte. Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa” (Tiago 1.6,7).

É claro que existem inúmeros obstáculos que impedem do homem receber de Deus uma dádiva ou que Ele responda as orações. Observe esses conselhos a cima, e coloque-se na posição que Deus quer que você ande e suas orações serão respondidas.

Quando há união, o milagre acontece.

“E Pedro e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam.” (Atos 3.1,2).

Pedro e João não eram irmãos. Pedro era irmão de André e João irmão de Tiago. Pedro em aramaico é Cefas e no grego significa pedra ou rocha. Seu verdadeiro nome era Simão, forma abreviada de Simeão que em hebraico significa famoso. Jesus ao conhecê-lo passa a chama-lo de Pedro.

João era irmão de Tiago e ambos eram filhos de Zebedeu com Salomé. João em hebraico significa graça ou favor de Deus.

Todo leitor assíduo e estudioso da Bíblia sabe que os temperamentos de Pedro e João eram bem diferentes. Pedro era mais idoso do que João e era temperamental, impulsivo, explosivo e muito mais enérgico do que João. Este último, era pacífico, estava sempre ao lado de Jesus e, foi chamado de o discípulo amado o qual um dia recostou sua cabeça no peito de Jesus, grande intimidade com o Mestre da Galiléia.

Eles subiam juntos à oração e quando os crentes andam juntos, desfrutando da comunhão de Cristo e em sintonia com as coisas celestiais, pode ter certeza de que o milagre irá acontecer. E aconteceu, o paralítico que era trazido pelos amigos e colocado à porta do Templo em Jerusalém, era um esmoleiro e também paralítico desde o ventre.

Os dois discípulos e apóstolos do Senhor Jesus, subiam juntos. Em Amós temos a seguinte passagem: “Podem andar dois juntos se não estiverem de acordo?” (Amós 3.3). Absolutamente não. É preciso que a união esteja consolidada entre duas pessoas para que o Senhor se faça presente e abençoe a ambos. A união entre os dois discípulos de Jesus foi a causa do milagre. Por eles estarem unidos e indo para cumprirem um só propósito, o da oração, fez com que o Senhor Jesus se manifestasse ali em poder e realizasse um milagre tão grande e sobrenatural.

Que realizar milagres na casa do Senhor ou por onde você andar? Então faça as pazes com seu irmão, seu pai, sua mãe, seus irmãos em Cristo e quando você tiver comunhão com eles, peça ao Senhor Jesus para lhe usar em sua obra. Amém!

Fé e seus reforços na vida cristã

“E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé.” (Filipenses 3.9).

Paulo ao final de sua carreira cristã disse: “Combati o bom combate, acabei a carreira, e guardei a fé.” (2 Timóteo 4.7).

Todos os seres humanos tem fé, até mesmo aqueles que se dizem ateus, ou seja, que não creem em Deus. Esta fé chama-se fé natural e ela é inerente a todas as pessoas, aliás, todos foram criados por Deus segundo o preconizado na Bíblia.

A fé natural é aquela que nos acompanha desde o nosso nascimento e que alguns a chamam de fé sem propósito, fé morta, todavia, e a fé que não agrada a pessoa de Deus. É aquela que os agricultores cultivam, ou melhor, se ele plantar o arroz irá colher o arroz, se plantar uvas irá colher uvas e assim sucessivamente. Ou também, se eu adoecer e for ao médico, este descobrirá minha enfermidade, me medicará e ficarei curado. E mais, se pegar um navio com destino certo, mesmo que enfrente vendavais e ondas encapeladas, chegarei ao porto seguro. Essa é a fé natural e todos nós a temos.

O outro tipo de fé é a chamada fé sobrenatural ou simplesmente fé espiritual. Paulo escrevendo aos efésios disse-lhes: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” (Efésisos 2.8). A fé espiritual é dom de Deus e ela vem pelo ouvir, e o ouvir, a Palavra de Deus. É preciso que cada crente ande nesta fé: “Porque andamos por fé, e não por vista.” (2 Coríntios 5.7).

A fé sobrenatural é aquela que cresce à proporção que tenho comunhão e faço a vontade de Deus. É a fé no nome de Cristo: “E pela fé no seu nome fez o seu nome fortalecer a este que vedes e conheceis; sim, a fé que vem por ele, deu a este, na presença de todos vós, esta perfeita saúde.” (Atos 3.16). O paralítico creu no que Pedro lhe falou e logo foi curado. Ele creu no nome de Jesus Cristo, o Nazareno. Isto é fé espiritual ou sobrenatural. Trata-se da fé que agrada a Deus. Quem tem esta fé, certamente, consegue banir de sua vida o pronome apassivador “se”.

Quem diz que tem a fé de Abraão, ou seja, a fé sobrenatural, então necessita viver uma vida de sacrifícios, pois, quem exerce a fé espiritual precisa deixar de viver na carne para viver no espírito; é a fé que leva você não somente e meditar nas Escrituras, mas viver segundo o que está escrito nela.

Quem tem a fé sobrenatural e por ela vive, então, tem condições de abandonar os prazeres deste mundo e viver na obediência a Palavra de Deus. Quem vive pela fé, e anda de fé em fé, é alguém que tem condições de perdoar a seu irmão, amar a seu irmão e, também, amar aos seus inimigos. Quem tem a fé espiritual é capaz de sofrer injustiças e abençoar aqueles que o perseguem e o tratam com injustiças, em fim, é alguém diferente, porquanto, o seu viver é Cristo. E se Cristo vive nEle, logicamente, ele como justo, viverá pela fé, e essa fé é a fé espiritual.

A verdadeira fé espiritual é aquela que põem à prova todas as coisas que se não veem: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem.” (Hebreus 11.1).

Agora que aprendemos sobre a fé, é preciso crer nela e não viver dos reforços da fé. Quando Jesus curou certo cego, em João 9, ele usou a sua própria saliva misturada com areia: “Diziam-lhe, pois: Como se te abriram os olhos? Ele respondeu, e disse: O homem, chamado Jesus, fez lodo, e untou-me os olhos, e disse-me: Vai ao tanque de Siloé, e lava-te. Então fui, e lavei-me, e vi.” (João 9.10,11). Nunca mais Jesus fez o mesmo com outros cegos e nem os seus discípulos ousaram fazer o mesmo, porém, há pessoas que se dizem consagradas que usam os reforços, ou seja, o “lodo santo” para curar cegueira. Outros até comercializam pedaços de roupas, moedas, azeite ungido, pedras do rio Jordão, água do Jordão e muitas e outras coisas, e até usam outro reforço muito comum à fé, um copo de água para curar problemas no estômago. É algo incrível, mas as pessoas colocam a sua fé nessas coisas. Já imaginaram se os discípulos de Jesus optassem em fazer o tal “lodo santo?”, então, não precisaria mais do NOME de JESUS Cristo, caso o “lodo santo” tivesse dado êxito.

Por trás do uso de cada um desses objetos tidos e havidos como reforços à fé de alguém, havia uma lição a aprender: As coisas não eram utilizadas assim, sem mais nem menos, mas simbolizavam alguma coisa e quem cura não são os objetos, o copo de água, o pedaço de avental ou gravata, o chaveiro com o candelabro ou mesmo a réplica da arca do concerto, porém, é a fé espiritual ou sobrenatural no nome de Jesus Cristo que tem essa autoridade.

Esqueça os ESFORÇOS À FÉ, e creia mais em Jesus Cristo. Faça como Paulo: “…. Guardei a fé” (2 Timóteo 4.7).

Que mensagem é essa?

“E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o Senhor não falou? Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele.” (Deuteronômio 18.21,22).

É muito comum ouvirmos alguém dizer após uma pregação, ensino ou até mesmo de alguma palavra profética, proferida por um mensageiro de Deus, tida e havida como “profeta do Senhor” a seguinte expressão: “Que mensagem é essa?”

Geralmente, as mensagens confusas, que geram descontentamentos e são proferidas pelos “profetas de Deus”, ou seja, por aqueles que têm o Dom de profecia e, com frequência estão profetizando nas igrejas, precisam ser provadas, a fim de se saber se foi ou não Deus que as falou por seu “ungido”: “Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” (1 João 4.1). A Bíblia é quem nos orienta a provar os vasos.

No mundo em que vivemos é possível as pessoas inventarem as mensagens proféticas, e iludir ou mesmo enganar até mesmo aos escolhidos de Deus, porém, quando Deus fala, mesmo estando o destinatário do “recado de Deus”, em alguma falta, ele se alegrará, porque o Seu Deus lhe orientou, lhe admoestou ou mesmo o exortou de maneira sábia.

Que mensagem é essa? Como diz o proverbio popular: “sem pé e sem cabeça”, ou seja, que não edifica, nem promove quebrantamento e nem consolação da alma, todavia, só produz confusão e contendas. Isso é de Deus?

Há muitas palavras que o Senhor não falou e o teste mais real é o que envolve o cumprimento: se a mensagem não se cumpriu em sua vida, então, “acenda a luz vermelha”, pois tem tudo para não ser de Deus, caso contrário, houve o cumprimento, é porque ela foi proferida pelo profeta e Deus é quem uso o seu mensageiro. Veja o que diz o texto em lide: “… Como conhecerei a palavra que o Senhor não falou? Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele.”. Isso mesmo, não tem que bajular o profeta e nem ter temor dele.

Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus!

“Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal.” (Eclesiastes 5.1).

A igreja Primitiva teve inicio nas casas dos crentes. As famílias abriam seus lares para permitirem aos irmãos se reunirem o cultuarem ao Senhor Jesus Cristo, não havia templo como nos dias de hoje.

Multidões e multidões agregavam-se todos os dias a fim de cultuarem ao Senhor e a necessidade de se construir um local apropriado foi logo posto em prática o qual se chamou de templo e, hoje, mais comumente é chamado de igreja.

Para melhor andamento dos cultos de louvor e adoração a Deus, o crente precisa observar alguns procedimentos que são importantes para que tudo no culto corra bem: – chegar alguns minutos antes do inicio dos trabalhos. É uma prática salutar, pois você irá ter a oportunidade de conversar, cumprimentar e também tomar ciência de alguma novidade edificante, além de participar de alguns momentos de intimidade com Deus, pois é bom orar ao Senhor antes da abertura do culto; – Não faça barulho, não converse alto, nem arraste os pés ou pise firme com os saltos dos sapatos, a fim de não tirar a atenção de quem esteja de joelhos orando ou esteja concentrado em algo espiritual; – Não entre no templo se o dirigente ou outro obreiro estiver fazendo a leitura bíblica. Caso o pregador já tenha iniciado sua homilia, entre discretamente sem emitir som ou tirando à atenção de alguém que esteja cultuando, porquanto, agindo assim você estará dando exemplo de pessoa reverente ao Senhor; – Evite sentar-se nos últimos bancos ou nas extremidades dos mesmos quando ainda se tenha tantos lugares para serem preenchidos; – Quando se chegar à casa de alguém, sempre falamos com os donos e, ou o responsável pelo lar. Então, quando você chegar ao templo para cultuar, não esqueça fazer a sua oração ao Senhor e lhe agradecer pela vida, pela salvação, e se possível, antes mesmo de pedir algo para si, interceda por alguém necessitado e também, pelo pastor da igreja e sua família. Crie esse hábito, pois ele é muito prazeroso; – Durante os cultos evite chamar à atenção de quem esteja à sua frente, atrás e dos lados, com alguma coisa eletrônica, tipo tablete ou celular. Aprenda a ser reverente, evite conversas desnecessárias e seja o exemplo dos fiéis. Procure passar parte boa parte do culto em espirito, pois isso é agradável ao Senhor; – Não deixe de trazer os seus filhos para o culto, porém, é importante que, desde cedo eles sejam ensinados a cerca da reverencia ao Senhor e, também, de como se comportar durante os trabalhos ali realizados; – Não dê celular para seu filho durante o culto na igreja; – Faça todo o possível para não sair do templo antes da bênção apostólica, pois ela é que indica que o culto terminou; Jamais deixe de participar do culto. Não vá ao templo para “assistir ao culto”, mas para fazer parte dele e para isso você deve chegar cedo para o inicio, onde todos oram, louvam, fazem juntos a leitura da Palavra de Deus, contribui com sua oferta, e pacientemente, contribui para que o culto seja uma bênção para você e para os demais cooperadores.

São sugestões como essas que, sendo bem observadas pelos crentes, certamente, os cultos transcorrerão debaixo da bênção e da unção do Senhor nosso Deus. Faça a sua parte e Deus, fará a dEle! “Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus…”.