Agradecer é uma arma que produz paz!

“Visto como por ti temos tanta paz e por tua prudência se fazem a este povo muitos e louváveis serviços, sempre e em todo lugar, ó potentísmo Félix, com todo o agradecimento o queremos reconhecer” (Atos 24.3).

É muito prazeroso quando o líder reconhece o trabalho de seus liderados e aproveita a ocasião para agradecê-los pelos trabalhos que eles realizam para Deus. É muito triste quando o líder não tece algum comentário positivo e nem se quer elogia o trabalho daqueles que estão lutando ao seu lado por um objetivo único.

Eu, particularmente, já sofri na carne inúmeros choques emocionais por deixar de elogiar pessoas que passaram meses trabalhando em prol de uma festa, de uma confraternização ou congresso e ao final dos trabalhos, não fiz um agradecimento regado de amor e felicidade, ou seja, bem merecido. A vida e as experiências nos ensinam a viver.

A passagem acima foi proferida por Tértulo, um orador romano que os judeus chamaram para acusar Paulo perante o governador Féliz. O elogio que ele fez a Féliz foi de certa forma sincero, todavia, ele estava colocando “pilha” para que aquela autoridade não perdoasse a Paulo, mas o sentenciasse a fim de agradar aos anciãos judeus.

O elogio, o reconhecimento pelas obras de alguém precisam ser feitos com bastante sinceridade de coração. O amor, o respeito e a consideração precisam fazer parte do agradecimento. Assim sendo, o meu conselho é que, jamais deixe de reconhecer os feitos de alguém que trabalha ao seu lado. Amém!

“A trajetória eficaz de uma `doula`!”

“Este criara a Hadassa (que é Ester; filha de seu tio), porque não tinha pai nem mãe; e era moça bela de parecer, e formosa à vista e morrendo seu pai e sua mãe, Mardoqueo a tomara por sua filha” (Ester 2.7).

Uma das virtudes mais nobre da mulher para com seu Deus é a de se comportar e viver como uma “Doula”, que quer dizer “Serva”, aquela que obedece e com amor e fidelidade serve ao seu Senhor. Ester foi essa mulher cuja trajetória de vida encanta a todos que leem o livro que leva o seu próprio nome.

Antes de dá início a trajetória de Ester é bom lembrar que o princípio de tudo se deu com uma observação de um dos príncipes dos Medos e Persas por nome Memucã, que ao tomar conhecimento da recusa de Vasti, a rainha de Assuero, Rei dos Medos e Persas disse ao rei e aos demais príncipes, Carsena, Setar, Admata, Tarsis, Heres, e Marsena” Não somente pecou contra o rei a rainha Vasti, mas também contra todos os príncipes e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero” (Et 1.16).

Lendo-se o contexto, percebe-se que o procedimento de insubmissão da rainha poderia ser tomado como exemplo por todas as mulheres daquela época, que se julgavam capazes e dominadoras em todos sentidos da vida social e palaciana.

Memucã redigiu em decreto e o rei assinou: “… Que cada homem fosse Senhor em sua casa; e que isto se publicasse em todos os povos conforme a língua de cada um”. (Et 1.22)

Em meio a tantas proibições para que a mulher não tivesse voz ativa e nem vontade própria, surge Hadassa, fazendo a vontade de Deus e obedecendo ao seu senhor, o rei Assuero, acatando aos conselhos e orientações de Mardoqueo, o que lhe levou a servir fielmente ao Deus de Israel. Foi com oração, jejum e testemunho eficaz que transmitiu a todas as mulheres a confiante lição de humildade e obediência.

Uma trajetória repleta de bênçãos: Primeiro não se sentiu diminuída pelo fato de não ter conhecido aos seus pais; tão pouco a Bíblia fala sobre eles, mas somente que, eles morreram; A “priori”, recebeu ordens expressa de Mardoqueo para que não revelasse sua origem, nem de que povo era descendente, nem filha e nem parente de quem quer que fosse, mas permanecesse calada e aguardando o desfecho e o desenrolar dos fatos (Et 2.10). Ela valorizou e deu graças a Deus por ter sido escolhida para estar naquele palácio como uma das possíveis candidatas ao tão importante cargo de rainha do império no lugar de Vasti, e para isso deveria passar doze meses se preparando para um dia desfilar diante do Rei.

O estágio não era tão simples, seis meses deveria a moça se purificar com óleo e mirra e mais seis meses com especiarias e com coisas para a purificação das mulheres (Et 2.12). Um sacrifício digno de quem quer lutar por uma coroa de brilhante. Assim somos nós, quem deseja a coroa de glória precisa mais que tudo batalhar para se manter puro e em continuada busca pela santificação, sem a qual ninguém verá a Deus.

Ela em sua marcha de vitórias, conseguiu evitar uma emboscada preparada para Assuero, após informação de Mardoqueo; avisou ao rei que dois guardas imperiais, Bigtã e Teres, planejaram matar o rei e sendo o plano descoberto, foram eles executados na forca; foi ela responsável pela derrota do agagita Hamã, que implantou uma luta ferrenha contra o seu povo, os judeus e contra a exaltação de Hamã, ela mediante a oração e o jejum conseguiu reduzi-lo a mais cruel das humilhações que um oficial do rei poderia passar e com isso, salvou o seu povo da morte.

Ela não triunfou pela força, nem pela sua beleza, mas pela sua maneira humilde e reservada em buscar a Deus, sempre com muita disposição para orar e desejo imensurável para jejuar, levando a todo o povo, pela sua liderança a fazer o mesmo; com isso foi vitoriosa e entrou para a história como “Doula” fiel, uma serva digna de ser seguida por todos nós que amamos a Deus. Amém!

“Esperança, não é coisa que se deve perder!”

“A qual temos como âncora da alma, segura e perene, e que penetra até ao interior do véu” (Hebreus 6.19).

Em qualquer dicionário bom de nossa língua se afirma que a esperança é o “ato de esperar o que se deseja.” A igreja de Cristo, com base nessa definição, jamais poderá perder a esperança, porque seus desejos são muitos e todos eles relacionados com o contexto espiritual, quer seja para participar do arrebatamento, ou mesmo para comparecer ante o Tribunal de Cristo, para receber do Senhor Jesus as recompensas por ter feito um bom trabalho para Deus aqui na terra.

No afã de se obter força para esperar o que se deseja, é preciso que se tenha um instrumento que nos capacite, a fé. O escritor aos hebreus define fé como sendo “…  firme fundamento dos coisas que se esperam, das coisas que se não veem” . Para o mesmo escritor, a fé em conseguir o que se deseja é também a definição para esperança. Quando o crente faz naufrágio da fé, ou seja, abandona seus objetivos e metas espirituais, automaticamente ele lança por terra toda a sua esperança, consequentemente, toda sua alegria e felicidade.

A igreja de hoje, precisa ser mais esperançosa, viver e buscar com fé seus desejos, à semelhança da igreja primitiva que batalhou pela fé nos primeiros séculos da era cristã. Nessa luta, temos um grande oponente que se opõe contra a noiva de Cristo, a fim de que ela não alcance seus ideais no contexto espiritual. As potestades infernais lutam noite e dia para roubar a coroa de glória do cristão, símbolo da eterna vitória em Jesus. É de vital importância que aqueles que aceitaram a Cristo e nele vivem, tenham disposição e força de vontade para viver uma vida de santificação, fator primordial e obrigatório para quem deseja guardar a coroa para posterior gozo no porvir. (“Guarda tua coroa para que ninguém a tome.”  – Apocalipse 3.2).

A âncora é um importante instrumento de firmeza das grandes e pequenas embarcações; chamada também de ferro e serve para fixar o navio ao fundo do mar quando fundeado, para não ser levado pelos ventos e ondas bravias . A esperança como âncora da alma, também não permitirá que os ventos de doutrinas e as fortes ondas do mar da vida, presentes no oceano chamado mundo (onde residem os problemas de toda sorte e natureza).

Se a alma não tiver essa âncora, com certeza se dispersará, sendo levada de um lado para outro pelos fortes ventos da globalização e da secularização. Lembre-se que a esperança é a âncora da alma; assim sendo, não a perca jamais. Lute pelos seus ideais e objetivos espirituais, não desvaneça, continue firme em seus propósitos e celebrarás a vitória mui brevemente. Amém!

Conformando-se com o que tem recebido!

“Duas coisas te peço: não mas negues, antes que eu morra, afasta de mim a falsidade e a mentira, não me dês nem a pobreza nem a riqueza, dá-me o pão que me for necessário” (Provérbios 30.8).

Agur foi um sábio judeu, filho de Joque, que escreveu e selecionou, as máximas de Provérbios capitulo trinta. Seu nome em hebraico significa “cobrador” ou “colecionador” e era muito preocupado com a vida.

A sua maneira de ver as coisas era regada de sabedoria e inteligência. Ele, pelos seus escritos, nos passa a ideia de alguém honesto e responsável com o seu caráter. Para ele, não importava ter em abundância, mas, conformava-se em possuir o suficiente para viver bem, desde que o tivesse adquirido pelos meios corretos, sem se utilizar da falsidade e da mentira.

A oração de Agur a Deus incluía um ingrediente chamado integridade: “… dá-me o pão que me for necessário”. Ele não tinha a pretensão de ser rico, nem tão pouco pobre, porém, sua luta foi sempre em buscar, de uma maneira ou de outra, a modéstia, e esta, sempre untada na honestidade, na sinceridade e na verdade.

Tudo indica que Agur foi um homem de palavra, que abominava a más conversações e a mentira. Que exemplo bom de ser seguido, principalmente, nesses dias em que os corações de muitos foram pichados com a tinta do orgulho, da corrupção e da falsidade.

Não murmure e  não reclame da vida, todavia, é bom se conformar com o que tem recebido do Senhor, da sua família, da igreja (orações)…!

Conformando-se com o que tem recebido!

“Duas coisas te peço: não mas negues, antes que eu morra, afasta de mim a falsidade e a mentira, não me dês nem a pobreza nem a riqueza, dá-me o pão que me for necessário” (Provérbios 30.8).

Agur foi um sábio judeu, filho de Joque, que escreveu e selecionou, as máximas de Provérbios capitulo trinta. Seu nome em hebraico significa “cobrador” ou “colecionador” e era muito preocupado com a vida.

A sua maneira de ver as coisas era regada de sabedoria e inteligência. Ele, pelos seus escritos, nos passa a ideia de alguém honesto e responsável com o seu caráter. Para ele, não importava ter em abundância, mas, conformava-se em possuir o suficiente para viver bem, desde que o tivesse adquirido pelos meios corretos, sem se utilizar da falsidade e da mentira.

A oração de Agur a Deus incluía um ingrediente chamado integridade: “… dá-me o pão que me for necessário”. Ele não tinha a pretensão de ser rico, nem tão pouco pobre, porém, sua luta foi sempre em buscar, de uma maneira ou de outra, a modéstia, e esta, sempre untada na honestidade, na sinceridade e na verdade.

Tudo indica que Agur foi um homem de palavra, que abominava a más conversações e a mentira. Que exemplo bom de ser seguido, principalmente, nesses dias em que os corações de muitos foram pichados com a tinta do orgulho, da corrupção e da falsidade.

Não murmure e  não reclame da vida, todavia, é bom se conformar com o que tem recebido do Senhor, da sua família, da igreja (orações)…!

Quando o incêndio traz benefício…

“E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?” (Lucas 24.32).

Quase sempre o incêndio tem provocado destruição e até mesmo mortes, tanto da fauna, da flora e, também da vida humana. O país Portugal, passou recentemente por um incêndio florestal de grandes proporções onde várias vidas foram queimadas e morreram. O parque nacional da chapada dos veadeiros, aqui bem pertinho de nós brasilienses, ardeu em chamas por algumas semanas e os animais foram mortos e muita vegetação destruída. Com fogo não se brinca, apaga-se.

Deixando os incêndios naturais de lado, vamos pensar naquele que faz o homem arder por dentro, ser transformado na mente e no espírito, alcançado pelo poder de Cristo que faz arder em amor, fé e esperança o mais vil e necessitado coração.

Os discípulos no caminho de Emaús estavam fugindo do centro do últimos acontecimentos que envolviam Jesus de Nazaré em Jerusalém. A ordem do Mestre da Galiléia era ficar naquela cidade até que do alto fosse revestido de poder, mas Cefas e seu amigo não quiseram esperar e foram pelo caminho com os corações tristes e abatidos pelos fatos negativos sobre a morte de Cristo.

Quando o coração do homem está assim, gelado, sem esperança e fé, somente um grande incêndio para fazê-lo funcionar novamente. Jesus incendiou o coração daqueles discípulos. Primeiro ele abriu as Escrituras e pregou para eles a Palavra, com isso os olhos deles foram abertos: “Abriram-se-lhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes.” (Lucas 24.31).

Quando Jesus incendiou o coração de Cefas e seu amigo, o entendimento deles se abriram (“Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.”), de maneira gloriosa ao ponto de compreenderem que Jesus estava vivo, havia ressuscitado e que deveriam voltar a Jerusalém e se juntar aos demais discípulos e esperarem o revestimento de poder, que não tardou em acontecer, o Dia de Pentecostes.

Cada crente em Jesus Cristo precisa a cada dia ser incendiado por dentro. Ser transformado pelo Espírito Santo, de modo a dar um bom testemunho diante do mundo e da igreja do Cordeiro. O fervor do Espírito tratado por Paulo em Romanos 12, necessita ser uma constante na vida de quem diz servir ao Senhor em Espírito e em verdade.

Esse fervor, não pode desaparece de sua vida. É esse ardor que promove a alegria da salvação, a paz, a fé, a esperança e o verdadeiro amor cristão. O salmista Davi quando sentiu que estava perdendo esse calor no homem interior, ou seja, a alegria da salvação logo exclamou: “Torna a dar-me a alegria da tua salvação e sustém-me com um espírito voluntário” (Salmos 51.12).

Paulo, na sua simplicidade complementa o salmo de Davi: “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração” (Romanos 12.12). Esse tipo de incêndio, só traz benefício para a alma.

Pastores à beira do esgotamento…! 9 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Disse na palavra de ontem que para evitar o esgotamento ministerial alguns passos precisam ser dados pelo ministro e um deles é ter um ou dois amigos de sua inteira confiança, que sejam íntimos. Alguém que você possa confiar inteiramente.

Você deve confiar em alguém. Paulo recomenda a Timóteo confiar, pois há pessoas idóneas que podem ouvir e ajudar o outro quando for necessário. É preciso que o obreiro saiba combater a ideia de que ninguém é bom o suficiente para ser seu amigo. Se persistir pensando assim, jamais você terá como erradicar o seu esgotamento neste quesito: ter uma pessoa de confiança para você tê-lo como seu grande amigo. E por outro lado, você jamais será bom o suficiente para ser amigo de alguém. Se você quer alguém para eleger como seu verdadeiro amigo e confidente, saiba que não existe pessoas perfeitas. Deus trabalha na vida de pessoas humildes, simples e imperfeitas.

A pessoa que você deve eleger para lhe ajudar a evitar o esgotamento ministerial e também espiritual, que você deve confiar e ser de fato seu amigo é aquele que: Seja acessível aos seus particulares, porém, não pode ser o seu cônjuge; que tenha a faixa etária bem próxima da sua; alguém que saiba lhe compreender e entenda perfeitamente qual seja a sua realidade de vida; alguém que saiba ouvir antes de falar, mesmo quando tenha algo a dizer; pessoa que conheça bem a Bíblia e tenha vida espiritual verdadeira, seja íntegro e fiel ao Senhor Deus; alguém que seja franco, e não tenha medo de perder a amizade por discordar ou confrontar e até mesmo falar sério quando for preciso, como fez Natã com Davi; alguém que seja extremamente discreto, que saiba guardar segredos e seja mais que tudo discreto, não compartilhando com ninguém as confidências do amigo, nem para “pedir oração”.

Se você assim proceder, evitará o esgotamento ministerial e espiritual. Amém!

Pastores à beira do esgotamento…! 8 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Para evitar o esgotamento ministerial alguns passos precisam ser dados pelo ministro. São vários os fatores que levam ao cansaço na obra de Deus, e vimos algumas, contudo, algumas lições precisam ser tiradas e neste blog não se pode atingir de maneira alguma a eficácia deste assunto. Porém, duas coisas são fundamentais, essenciais e se acham publicadas em vários livros de autoajuda: combater o hábito de trabalhar exaustivamente e ter um ou dois amigos de sua inteira confiança, que sejam íntimos, no bom sentido. Alguém que você possa confiar inteiramente.

No mundo que gira numa velocidade que poucos acompanham é preciso trabalhar com capacidade de poder administrar o tempo, se não, se trabalha demais e poderá acarretar o cansaço e o esgotamento ministerial e espiritual, sem contar com o físico e mental.

É preciso que cada obreiro do Senhor, mantenha o equilíbrio entre a velocidade com que consumimos nossas forças e o tempo que esperamos que elas durem. Saiba que, o homem que mais carrega pedras não é o que morre tentando levar todas em apenas umas poucas caminhadas.

O obreiro precisa adquirir o hábito de descansar adequadamente, pois é um mandamento bíblico. Deus dá o exemplo: “descansou no sétimo dia”, referindo-se a criação. Se Deus descansou, a terra deveria descansar também. Jesus descansou e ensinou aos seus discípulos fazerem o mesmo. Os apóstolos, certamente, descansavam aos sábados e tinham um ritmo de vida mais lento. O ministério de Paulo durou cerca de 18 anos, com muitas viagens e prisões, porém, ele não relaxou neste quesito.

O acúmulo de atividades tende a provocar exaustão, com sérias consequências: incapacidade de concentrar-se, irritabilidade, ansiedade, distração, propensão a acidente, negligência no trabalho, no volante, na igreja; tiques nervosos, alterações no apetite, perturbação do sono, esgotamento (físico, mental e emocional), problemas no desempenho sexual, distúrbios cardíacos, invalidez e até mesmo a morte.

Os evangélicos da denominação Assembleia de Deus não têm o costume de guarda o sábado, mas se observa ao princípio sabático, ou seja, é preciso descansa após algum período, se não seremos alcançados pelo esgotamento. O sábado, diz a Bíblia, foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado (Mateus 2.27), logo, o homem precisa descansar e não trabalhar exaustivamente.

O obreiro não pode, jamais, tentar se convencer de que é tão importante ao ponto de ser insubstituível, trabalhador ao extremo, muito ocupado na obra, de modo a obedecer a Deus. Certo amigo me dizia: “não adianta trabalhar tanto, você morre e a igreja fica!” – pura verdade. Você agindo assim, irá morrer antes da hora e não é o que Deus quer para você. Ele quer que, tão somente você saiba descansar no momento correto. (continua).

Pastores à beira do esgotamento…! 7 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Dando continuidade ao assunto, pastores à beira do esgotamento, quero dizer ainda que alguns ministros do evangelho, devido ao ativismo exagerado, o envolvimento extremado na obra, tem lhe tirado os momentos da esposa e dos filhos, de modo que até mesmo o seu “sagrado” descanso fica deveras prejudicado. É preciso que o homem de Deus pense melhor em sua vida familiar e física. Moisés um dia estava enveredando por um caminho extremamente perigoso, porém, seu sogro Jetro, ao contemplar seu desequilíbrio emocional, viu que se tratava de má administração do tempo e o orientou como deveria trabalhar para Deus.

Não são poucos os ministros do evangelho, neste início de século, que têm se envolvido com questões sexuais. A vida moral vacilante abre espaço para criticas, e a perda do ministério recebido de Deus e até mesmo da família que tanto o ama tem sido uma constante na vida destes líderes. A tentação é mais intensa na vida daqueles que têm responsabilidade e estão à frente de algum rebanho. Quando o homem de Deus não vigia, certamente, estará sujeito as intempéries da vida, e hoje as questões que envolvem a sexualidade têm trazido prejuízos enormes à vida de muitos obreiros do Senhor, e com isso, provocado esgotamento espiritual.

O esgotamento algumas vezes está associado ao desgaste com a própria liderança que não sabe receber ordens, são líderes autoritários e que não gostam de cooperar com o trabalho a ser executado. O ministro do evangelho precisa ter muita paciência e ser um homem de oração para poder conduzir à igreja no temor do Senhor e ter consigo, lhe apoiando, os seus liderados. (continua).

Pastores à beira do esgotamento…! 6 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Quando o pastor, líder ou dirigente de um trabalho evangélico está com sua imagem arranhada, queimada ou desprestigiada é muito difícil limpar em um curto espaço de tempo. Hoje é muito fácil utilizar a mídia e os meios sociais para se difundir inverdades, e estas correm com as águas do Jordão no tempo da sega, ou como a corsa assustada fugindo do seu algoz. Não é fácil provar uma inverdade, é preciso contar com a ajuda divina, com o apoio e ação do Espírito Santo.

Há muitos pastores mergulhados no esgotamento, porquanto, não foram sensatos na hora do aconselhamento de seus membros, comentaram com outros o assunto secreto, quando deveriam ficar em silêncio. Muitos estão padecendo porque confiaram em pessoas erradas, mesmo sendo do mesmo grau eclesiástico. A Bíblia diz que um profeta usadíssimo por Deus confiou num profeta velho, mentiroso e que o convenceu a entra em sua casa, porque Deus havia mandado, e o final foi trágico: “E sucedeu que, depois que comeu pão, e depois que bebeu, albardou ele o jumento para o profeta que fizera voltar. Este, pois, se foi, e um leão o encontrou no caminho, e o matou; e o seu cadáver ficou estendido no caminho, e o jumento estava parado junto a ele, e também o leão estava junto ao cadáver.”(1 Reis 13.23,24).

Nem sempre é tempo de compartilhar o que ouvimos. Há assuntos que o ministro sabendo, só poderá conversar com o Espírito Santo, e mais ninguém. O esgotamento de muitos ministros, também, está por conta das feridas emocionais e dos conflitos não resolvidos. Há obreiros que não tem paciência e nem sabe ouvir críticas. São temperamentais, e não levam desaforos para casa. Os membros da igreja, e as demais lideranças precisam aprender a amar o seu pastor, pois ele é humano, carente e necessita de cuidados, não somente de sua família, mas da igreja que pastoreia. (continua).

Pastores à beira do esgotamento…! 5 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

São inúmeras as causas do esgotamento entre líderes cristãos. O próprio exercício pastoral, num mundo globalizado como o de hoje, tem acarretado várias tensões, de todas as ordens, de modo que a rotina do ministro do evangelho é saturada não somente pelos problemas da congregação, mas é tremendamente influenciada pela péssima conjuntura nacional, onde o mar de corrupção tem tomado conta da vida de homens e mulheres públicos que se deixaram levar pelo mal do século: a corrupção.

Quantos ministros são transferidos da cidade onde estão pastoreando para uma outra, pelo simples fato de que o seu líder achou por bem mudar a direção, sem pensar nos problemas que a mudança irá acarretar à família e a vida do obreiro em particular. Isso tudo contribui para o esgotamento ministerial.

Quantos obreiros, tidos e havidos como bons ministros, hoje pagam um preço altíssimo por conta do abandono do ministério, o qual foi ocasionado pelo desgosto com as críticas e manifestações de ingratidão por parte da igreja que pastoreava. Os membros da igreja muitas vezes descarregam seus problemas, e o pastor, que não reúne condições e preparo para absorvê-los acaba se envolvendo e prejudicando a sua família que também sofrerá por um bom tempo.

As críticas construtivas doem quanto mais às destrutivas. Estas abatem o mais forte e preparado obreiro, e o pior acontece quando elas afetam a esposa e os filhos do homem de Deus, os quais muitas vezes não estão preparados para recebê-las e acabam desviando-se do evangelho.

O obreiro, muitas vezes sofre com as críticas injustas, e muitos deles não conseguem digerir isso com facilidade. Somente o Espírito Santo é capaz de consolar e dar graça ao obreiro para ele continuar à frente do rebanho. Muitos acham que não vale a pena sofrer e levar a sua família a passar por dificuldades, de todas as ordens, para manter-se diante de um rebanho incompreensivo, desobediente, sem o temor de Deus e que só sabe murmurar. Nos dias de Moisés não foi diferente, porém, Deus agia depressa e até o chão ele abriu, mas hoje o controle está com Cristo e ele é muito compassivo. (continua).

Pastores à beira do esgotamento…! 4 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Quantos obreiros fiéis, que trabalharam arduamente para Deus com o sacrifício até mesmo de suas famílias. Deslocando-se para cidades sem estrutura econômica nenhuma, não tendo nem se quer escolas adequadas aos padrões mínimos exigidos pelo MEC, mas por amor a Cristo sacrificaram a vida estudantil de seus filhos pelo amor as almas perdidas. Hoje, vejo alguns deles em estado de pobreza e sem poderem ser sustentados pelos próprios filhos, pois os mesmos não receberam estudo suficiente para serem recebidos pelo exigente mercado de trabalho.

Alguns desses estão esgotados e desanimados com o evangelho. Alguns deles construíram templos, expandiram a obra, mas no percurso ministerial foram traídos, acusado falsamente ou feridos por seus líderes de confiança, e hoje, são homens tristonhos e sem esperança de encontrarem a verdadeira felicidade no evangelho.

Há inúmeros pastores que sofreram pressões ministeriais e estas, recaíram sobre as famílias, de modo que há esposas e filhos revoltados sem saber se seguem ou não a Deus. Alguns jovens há que não gostam de igrejas e nem que se fale em obra de Deus, pois foram marcados cruelmente pelas decepções envolvendo seus pais.

A minha oração é para que Deus tenha misericórdia desses obreiros desanimados, dessas famílias marcadas pelo desgosto e por esses filhos que enveredaram na rebeldia e hoje estão em grande perigo espiritualmente falando. É preciso que a igreja ore sobre esse assunto do esgotamento ministerial, de modo, que os pastores e ministros do Evangelho venham a ser alcançados novamente pelo gozo do Espírito Santo e possam animosamente realizar um grande trabalho para Deus.

Pastores à beira do esgotamento…! 3 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Os sacerdotes nos dias de Ageu e Zacarias além de não serem cuidadosos com suas próprias vidas, não sentiam mais prazer em dedicar-se ao oficio recebido de Deus, o trabalho sacerdotal. Eles enveredaram pelo caminho da irreverência para com as coisas tidas e havidas como sagradas: “…vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta…”

Deus, o santo de Israel, Criador dos céus e da terra, jamais poderia aceitar um sacrifício irreverente. A síndrome de Caim estava sendo ressuscitada e Deus estava bravo, triste com a atitude daqueles sacerdotes, o que afastava o povo de procurar Deus e se consertar diante dEle com espirito quebrantado.

Hoje, neste mundo consumista e globalizado, muitos obreiros estão atravessando momentos semelhantes àqueles vividos pelos sacerdotes descritos por Malaquias. Eles estão esgotados, desanimados, tristes, e outros há que abandonaram até mesmo o rebanho, fecharam igrejas e não se despertam e muito menos falam na vinda de Jesus Cristo.

Sobe a cada mês o número de pastores e ministros do Evangelho que abandonam seus ministérios por conta de desvios morais, esgotamentos espirituais ou algum tipo de desavença na igreja ou em convenções. O quadro é triste e muitos acham, aproveitando os 500 anos da Reforma Protestante, que a solução é uma nova onda de Reforma, mas isso não adianta de nada, o que a igreja precisa, o que o ministro chamado e vocacionado necessita é de transformação, a fim de manter sua vida em constante santidade diante de Deus. (continua).

Pastores à beira do esgotamento…! 2 (continuação)

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

Nos dias de Malaquias, Ageu e Zacarias os sacerdotes começaram a atravessar dificuldades na área espiritual. O ofício sacerdotal não era visto com bons olhos pelo povo, devido a negligência e a falta de amor pela lei deixada por Moisés. A monotonia deu lugar à negligência, ao desalento, e à religiosidade vazia evoluiu para o cinismo moral, de modo que toda beleza e espiritualidade do sacerdócio, conforme a Lei tornou-se rotineira e sem nenhum atrativo espiritual.

O texto é bem claro: “Enfadais ao Senhor com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto que dizeis: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e desses é que ele se agrada, ou, onde está o Deus do juízo?” (Malaquias 2.17). O povo não se cansava de murmurar dizendo que o que faz o mal passa por bom aos olhos do Senhor, e que são esses tipos de pessoas que são do agrado de Deus.

Uma tremenda inverdade. É sabido que, ainda hoje, há muitos ministros do evangelho e crentes nas igrejas que não dão bons testemunhos, e não conseguem fazer a obra de Deus com responsabilidade e fidelidade, porém, o tempo que vivemos é o da Graça, e Jesus Cristo espera que cada um cumpra o seu dever de cristão e dê bons frutos como está escrito em João 15.

Após algum tempo os sacerdotes começaram a servir ao Senhor numa visão utilitarista, ou seja, eles não viam o “feedbeck” da parte de Deus e diziam: “Vós tendes dito: Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos?” (Malaquias 3.14). Eles estavam enganados, porquanto, o Senhor tinha o controle de todas as coisas e estava bem atento a maneira relaxada de como eles queriam exercer o serviço para Deus. Eles não queriam uma transformação… (continua).

Pastores à beira do esgotamento…!

“E dizeis ainda: Eis aqui, que canseira! E o lançastes ao desprezo, diz o Senhor dos Exércitos; vós ofereceis o que foi roubado, e o coxo e o enfermo; assim trazeis a oferta. Aceitaria eu isso de vossa mão? diz o Senhor.” (Malaquias 1.13).

É, o mundo está realmente louco! Pessoas morrendo sem nenhuma ajuda, e os animais sendo tratados e cuidados como príncipes e princesas. Pessoas comendo resto de comida no lixo, e os “pet shop” crescendo e bombando em vendas de produtos para cachorros e gatos, empresas fabricando comidas caras e sofisticadas, à base de vitaminas e proteínas, enquanto, pessoas sem banho, sem teto, sem cobertor, sem ajuda nenhuma, morrendo nas ruas. O mundo está realmente louco! Não estou contra os animais, gosto de animais, mas se eu tiver que escolher criar um cachorro ou gato e ver o meu semelhante precisando de ajuda, prefiro ajuda-lo do que gastar uma fortuna com animais.

O mundo está realmente mudado! Onde se viu, um líder do Evangelho, pastor de igreja, responsável pela educação religiosa, e espiritual de uma comunidade, enveredar por caminhos tortuosos, e depressivos devido ao esgotamento físico e mental, e por que não espiritual?

O mundo está realmente louco! Pois jamais poderíamos imaginar que esses religiosos, chamados de pastores, reverendos, apóstolos e bispos chegariam ao ponto de se suicidarem. Sim, é isso mesmo, o suicidio é um tema que está em evidencia na mídia e, como ministro do evangelho estou deveras preocupado com o assunto.

Os sacerdotes nos dias de Malaquias estavam de fato esgotados, cansados e desanimados. A desilusão havia tomado conta do povo e também da cúpula sacerdotal, porquanto, as promessas vaticinadas por Ageu e Zacarias estavam demorando a acontecer e por isso eles estavam desiludidos.

O templo estava erguido, mas a Shequinah de Deus não havia se manifestado ainda, como nos dias de Salomão. Outro fator que desmotivava os sacerdotes diz respeito aos povos vizinhos a Israel, os quais não poupavam os judeus e nem os deixavam em paz, principalmente, a Pérsia. Os sacerdotes queriam que o Senhor os ajudasse a esmaga-los e destruí-los.

O povo aguardava esperançoso o advento do Messias, que segundo eles estava demorando a redimir os filhos de Abraão. Os sacrifícios pelo povo havia diminuído, os rituais do judaísmo não apresentava nenhuma novidade, eram repetitivos e enfadonhos, de modo que não motivava os líderes religiosos, muito menos o povo.

A religião quando envereda por esse caminho, ou seja, sem a manifestação do sobrenatural, aos poucos vai se tornando em rituais, às vezes emotivos, mas não edificando no contexto espiritual. Não havia manifestação no templo. Hoje, estamos vendo esses sinais acontecendo. Os milagres sobrenaturais estão sumindo, as conversões são pouquíssimas, e o batismo com o Espírito Santo é algo que pouco acontece, de modo que em um curto espaço de tempo, teremos o falar em línguas, como algo que irá desaparecer.

Onde estava a fé no Deus de Abraão, Isaque e Jacó? Onde estava a motivação para ser um dia uma grande nação? Onde estava o fervor e a disposição para servir ao Senhor? Tudo estava apático. Quando não há manifestação do poder de Deus, então, fica somente a religiosidade e o ritualismo. (continua)

Quem é pois o servo fiel?

“Quem é pois o servo fiel e prudente, que o Senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo?” (Mateus 24.45).

O Senhor Jesus Cristo está voltando e será que os Seus servos, tidos e havidos como fiéis estão servindo com fidelidade a Ele? Jesus disse: “Bem-aventurado aquele servo a quem o Senhor, quando vier, achar servindo assim” (Mateus 24.46).

No mundo em que vivemos não é tão fácil se manter em plena fidelidade. Para sermos fiéis a Cristo requer um esforço muito grande, pois tudo contribui para negarmos a Ele, o seu nome até mesmo o Seu Evangelho. A igreja em si, eu e você, somos provados todos os dias neste quesito, a fim de permanecermos firmes neste propósito, de modo que, se formos achados fiéis alcançaremos a vida Eterna. Satanás por sua vez tenta o crente de todas as maneiras para ele ser infiel em tudo que faz e também no servir ao Senhor da glória.

As qualidades de fiel e prudente devem ser marcas constantes de cada crente. O mundo faz questão de ser infiel, corrupto e irreverente em tudo, bem como imprudente em seus atos que pratica, porém, o crente anda num caminho totalmente diferente do curso do mundo.

Quem é, pois, o servo fiel e prudente? O crente fiel é aquele que é leal aos seus líderes, que anda na firmeza da fé, na obra é perseverante, buscando ao Senhor em oração e não faz o trabalho evangelístico relaxadamente, mas o faz com amor e com o propósito de ajudar as pessoas a viverem bem nesta terra e alcançarem o passaporte para o céu. Aleluia!

Não devemos arrancar o joio do meio do trigo

“O campo é o mundo, e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno” (Mateus 13.38).

Quando Jesus Cristo ministrou aos seus discípulos essa parábola do trigo e do joio, Ele ainda não havia instituído a Sua Igreja.  A explicação feita por Jesus está bem clara para nós hoje, e certamente, os seus discípulos não tiveram dúvidas quanto ao entendimento dos elementos da parábola: o campo é o mundo; a boa semente os filhos do reino; e o joio os filhos do Diabo.

Que mundo é este que atrapalha o progresso da igreja? Trata-se de um mundo mergulhado no pecado, que jaz no maligno, que se opõe a pregação da Palavra de Deus e tudo faz para impedir que a família cresça e se fortaleça na pessoa de Cristo. Um mundo descrente, idólatra, repleto de superstições e que adoram imagens de esculturas e não ao Deus verdadeiro, que enviou Seu Filho Unigênito para morrer na cruz do Calvário, para que todos os que nEle creem tenham vida e vida em abundância, ou seja, a vida Eterna.

Os filhos do reino, que é a boa semente não podem jamais abrir mão desse privilégio de poder influenciar este mundo com a boa semente, a Palavra de Deus, as Boas Novas de Salvação, que tem o poder de transformar vidas, enquanto, o joio é uma erva daninha, muito parecida com o trigo, de modo que é conhecida como “trigo bastardo”. Só se conhece que é joio quando se está próximo da ceifa.

Jesus não permitiu que se arrancasse o joio. “o joio são os filhos do maligno” (João 13.38b). Tal parábola nos serve de alerta, pois, entendemos que há crentes que não dão bom testemunho. São pessoas que têm o nome de cristãos, convivem e participam das atividades no templo, frequentam aos cultos, porém, seus testemunhos não são plausíveis, ou seja, não são dignos de aceitação por parte do Espírito Santo.

Se Jesus não permitiu que se arrancasse o joio, então, quem somos nós para o fazê-lo hoje! Neste caso particular, temos somente que orar ao dono da obra, o noivo da igreja, Jesus Cristo. Amém!

Stop, é hora de refletir! (continuação)

“Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas.” (Provérbios 7.25).

Stop, é hora de refletir. Em meio as tribulações, desânimos e esfriamentos na fé em Deus por parte de Israel, o líder hebreu Josué, resolveu admoestar ao povo hebreu, e após intensa reflexão, ele decidiu por ficar ao lado do Senhor que lhe tirou do Egito: “Agora, pois, temei ao Senhor, e servi-o com sinceridade e com verdade, e deitai fora os deuses aos quais serviram vossos pais dalém do rio e no Egito, e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus, em cuja terra habitais; porém, eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” (Josué 24.14,15).

Stop, é hora de refletir. Não foi tão fácil para Gideão cumprir a ordem de Deus, porquanto, ele teria que contrariar o seu próprio pai. Gideão, então refletiu bastante, sobre a ordem do Senhor, Deus de Israel que dizia: “E aconteceu, naquela mesma noite, que o Senhor lhe disse: toma o boi de teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derriba o altar de Baal, que é de teu pai, e corta o bosque que está ao pé dele.” (Juízes 6.25).

Não foi tão fácil para Gedeão cumprir a missão. Ele teve que cortar na própria carne, e ir contra a idolatria de seu pai, destruir o altar de adoração a Baal, e destruir o bosque onde se fazia a adoração. Gideão teve que refletir bastante, e por fé executou a determinação do Senhor. Gideão foi vitorioso no cumprimento da tarefa, porém, o Senhor exigiu que ele fizesse um altar a Ele: “E edifica ao Senhor teu Deus, um altar no cume deste lugar forte, num lugar conveniente; e toma o segundo boi e o oferecerás em holocausto com a lenha que cortares do bosque.” (Juízes 6.26). Quando erguemos um altar de louvor, de obediência, e de temor ao Senhor, então, a vitória é garantida. Fazer a vontade de Deus é algo extremamente prazeroso, todavia, é preciso fé, esperança e muito amor.

Stop, é hora de refletir. O rei Saul, o primeiro rei de Israel, não refletiu e nem pensou pacientemente em sua decisão. Ele se precipitou em oferecer sacrifício ao Senhor, tarefa que estava sob a responsabilidade do profeta Samuel. Saul é bem claro ao falar a Samuel que não orou ao Senhor Deus de Israel: “Eu disse: agora, descerão aos filisteus sobre mim a Gilgal, e ainda à face do Senhor, não orei; e constrangi-me, e ofereci holocausto.” (1 Samuel 13.12).

A atitude do rei Saul, segundo o profeta Samuel foi de insensatez e, por isso, Deus lhe tirou a sua coroa e deu o seu trono a outro, no caso Davi, filho de Jessé: “Então, disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente, e não guardaste o mandamento que o Senhor, teu Deus, te ordenou; porque, agora, o Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Porém, agora, não subsistirá o teu reino; já lhe tem ordenado o Senhor, que seja capitão sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou.” (1 Samuel 13.13-14).

Stop, é hora de refletir. Não se alcança objetivos agradáveis e duradouros sem envolver Deus. Para isso, é preciso meditar em Sua Palavra e ouvir a voz do Espírito Santo. Deus quer abençoar seus filhos, porém, cada um precisa refletir antes de tomar decisões ou fazer alguma ação nesta vida. Muitos não alcançam vitórias na vida porque não fazem um stop e refletem antes de tomar determinada atitude.

Stop, é hora de refletir! (continuação)

“Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas.” (Provérbios 7.25).

Stop, é hora de refletir. José, filho de Jacó e Raquel, pensou rápido e não se entregou aos desejos da carne e nem aceitou deitar-se com a mulher de Potifá. Mesmo correndo risco de vida, pelas mentiras inventadas pela mulher imprudente, ele preferiu fugir: “E ela pegou pela sua veste, dizendo: deita-te comigo. E ele deixou a sua veste na mão dela, e fugiu, e saiu para fora.” (Gênesis 39.12).

A mulher de Potifá incriminou a José: “E aconteceu que, ouvindo o seu senhor as palavras de sua mulher, que lhe falava, dizendo: conforme estas mesmas palavras, me fez teu servo, a sua ira se acendeu. E o senhor de José o tomou e o entregou na casa do cárcere, no lugar onde os presos do rei estavam presos; assim, esteve ali na casa do cárcere. ” (Gênesis 39.19,20).

José soube dá o stop no momento certo e por isso tornou-se um vitorioso e o Senhor foi com ele.

Stop, é hora de refletir. Por três meses pensou e refletiu Joquebede sobre o futuro de seu filho, o qual nem nome recebeu. O decreto do rei do Egito, foi bem claro: “E o rei do Egito falou às parteiras das hebreias (das quais o nome de uma era Sifrá, e o nome da outra, Puá) e disse: quando ajudardes no parto as hebreias e as virdes sobre os assentos, se for filho, matai-o; mas, se for filha, então, viva (Êxodo 1.15,16).

Puá e Sifrá (em hebraico esplendor) temeram a Deus e descumpriram o edito de Faraó e não mataram o menino, filho de Anrão e Joquebede, quando nasceu, porém, a mãe do menino fez um stop e após betumar uma arca com betume e pez, a soltou as águas correntes do rio Nilo, salvando assim a criança, que mais tarde recebeu o nome de Moisés (em hebraico, tirado) pela filha de Faraó, por nome Hatshepsut.

Stop, é hora de refletir! (continuação)

“Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas.” (Provérbios 7.25).

Stop, é hora de refletir. Judas Iscariotes não parou para refletir sobre a sua própria insensatez, mas tomou uma decisão errada, que lhe custou a vida: “E ele, atirando para o templo as moedas de prata, retirou-se e foi se enforcar.” (Mateus 27.5).

Quantas pessoas estão se precipitando e tirando a própria vida, deixando famílias inteiras com traumas cruéis para o resto da vida.

Stop, é hora de refletir. Foi o que fez o moço que houvera tomado uma decisão errada, saindo da casa de seus pais, com sua herança e indo gastá-la de forma imprudente: “E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte da fazenda que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda. E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua e ali desperdiçou a sua fazenda, vivendo dissolutamente.” (Lucas 15.12,13).

Depois de tanto sofrer, o rapaz fez um stop e parando para pensar, chegou à conclusão que havia feito besteira e decidiu voltar para casa, mas antes queria se arrepender diante de Deus e de seu Pai e assim ele fez: “E, levantndo-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão, e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço, e o beijou.” (Lucas 15.20).

Stop, é hora de refletir. A mulher de Ló, depois de ter recebido a ordem do anjo para não olhar para as cidades que seriam destruçídas, desobedeceu, e sofreu dura punição: “E Gênesis 19.17).

A mulher de Ló pagou para ver e qual foi o resultado? Veja o texto bíblico: “E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.” (Gênesis 19.26).(Continua amanhã).