Stop, é hora de refletir!

“Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas.” (Provérbios 7.25).

A agitação do mundo globalizado é tanta que as pessoas não encontram tempo disponível para meditar e refletir na própria vida. São inúmeras coisas que surgem no dia a dia que não permite ao homem fazer um stop para refletir, pensar e fazer um balanço sob o seu estado espiritual.

O sábio Salomão aconselha ao homem a não seguir o desejo de seu coração e nem andar perdido pelo caminho da vida.

Quando a pessoa faz um stop e planeja o amanhã, então, tudo flui com sensatez, de modo que as possibilidades para não dá certo é muito pequena.

Stop, é hora de refletir. Se o rei Davi tivesse observado esse princípio, certamente, ele teria tomado outra decisão e teria evitado o vexame de ter caído em pecado, contrariando o preconizado na Lei, principalmente, o sexto mandamento (não matarás) e o sétimo mandamento (não adulterarás) – Êxodo 20.13,14.

Stop, é hora de refletir. Foi o que Marta de Betânia não fez quando soube que Jesus Cristo estava na aldeia. Ela poderia ter decidido ficar em casa, como fez sua irmã Maria, mas não, preferiu sair correndo e chegando junto de Jesus foi logo dizendo: “Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesse aqui, meu irmão não teria morrido.” (João 11.21).

Stop, é hora de refletir. Foi o que fez a mulher que durante doze anos sofria de uma hemorragia e depois de ter gastado todos os seus bens com os médicos e não obtendo a sua cura, parou, pensou e sabendo que Jesus de Nazaré andava pela Galiléia, Judéia e pelas terra da Peréia, curando e libertando as pessoas cativas e oprimidas pelos espíritos malignos, decidiu arriscar sua própria vida e tentar tocar, pelo menos na orla de suas vestes, e assim aconteceu: “E chegando por detrás dEle, tocou na orla da sua veste, e logo estancou o fluxo de sangue.” (Lucas 8.44). (continua amanhã)

Não deixe de subir à Rocha (continuação).

“Para anunciarem que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha, e nEle não há injustiça” (Salmos 92.15).

A verdadeira Rocha é lugar de SEGURANÇA. O salmista disse: “Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei grandemente abalado.” (Salmos 62.2). Davi em um de seus salmos assim se expressou: “Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão, no oculto do Seu tabernáculo me esconderá, por-me-á sobre uma rocha.” (Salmos 27.5).

A verdadeira Rocha é Cristo Jesus, e nEle precisamos está firmados. Nele o necessitado encontra abrigo seguro, porquanto Ele é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na hora da angústia. (Salmos 46.1).

A verdadeira Rocha é lugar de VISÃO E REVELAÇÃO. Em Números 23.9 está assim escrito: “Porque do lume das rochas o vejo e dos outeiros o contemplo: eis que este povo habitará só, e entre as gentes não será contado. (Números 23.9).

Quando estamos firmados na Rocha, Cristo, do lume da rocha, onde construímos a nossa casa espiritual, temos condições de vermos a glória de Deus, o agir do Senhor, o milagre, a cura e o despertar do Deus vivo para com o Seu povo.

O crente que está sobre a Rocha, Cristo, contempla com frequência a glória do Senhor Deus da salvação.

A verdadeira Rocha, Cristo, é um lugar de ESTABILIDADE. O Senhor Jesus disse certa vez a Simão Pedro: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” (Mateus 16.18). Sim, Jesus edificou a Sua igreja sobre ele mesmo e não sobre Pedro, como tem pregado muitos mensageiros ao longo dos séculos. Quem quer ter estabilidade em sua vida precisa edificar a sua casa espiritual sobre a Rocha que é Cristo.

A verdadeira Rocha, Cristo, é um lugar de VIGILÂNCIA. “Então Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de cilício, e estendeu-lho sobre uma penha, desde o princípio da sega até que a água do céu caiu sobre eles; e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.” (2 Samuel 21.10). Uma das coisas importantes na vida cristã é sem dúvida a vigilância. Jesus disse: “…vigiai e orai…”. Quem vigia tem mais condições de se livrar das ciladas de Satanás e se conduzir prudentemente na presença do Senhor.

A verdadeira Rocha, Cristo, é lugar de SALVAÇÃO. Paulo disse aos coríntios: “Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.” (1 Coríntios 3.11). Não há outro Salvador além de Cristo. Ele é o único que pode salvar, pois Ele, morreu e ressuscitou para dar a todo que nEle crer vida, e vida em abundância, ou seja, a vida Eterna. Amém!

Não deixe de subir à Rocha

“Para anunciarem que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha, e nEle não há injustiça” (Salmos 92.15).

A verdadeira Rocha é Cristo Jesus. Quando o povo de Israel peregrinava pelo deserto, Deus ordenou a Moisés a falar com a rocha indicada a fim de que ela pudesse jorrar água para os israelitas beberem, porém, Moisés desobedeceu ao Senhor e acabou ferindo duas vezes a rocha, porquanto ele estava com muita raiva e indignado porque o povo havia murmurado não crendo na providência de Deus.

A resposta do Senhor foi imediata: “E o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não me crestes a mim para me santificar diante dos filhos de Israel, por isso não meterás esta congregação na terra que lhes tenho dado” (Números 20.12).

A verdadeira Rocha é lugar de REVELAÇÃO. O crente deve permanecer sobre a rocha e receber de Cristo a revelação divina para se manter firme na fé: “Disse mais o Senhor: Eis aqui um lugar junto a Mim; ali te porás sobre a rocha” (Êxodo 33.21).

A verdadeira Rocha é lugar de SACRIFÍCIO. Quem quer ser grato a Deus precisa sacrificar sua própria vida e fazer para Ele o melhor louvor, dar o melhor testemunho e Apresentar seu corpo em sacrifício vivo, de modo que o Espírito Santo possa lhe usar grandemente como um vaso de honra. (continua amanhã).

Prorrogando as férias!

“E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.” (Lucas 15.14).

O versículo de Lucas quinze, referente à Parábola do Filho Pródigo, onde Jesus relata a história emocionante de superação, de esperança, de restauração e arrependimento profundo, do filho mais novo de um homem, possivelmente agricultor, onde o mesmo pediu ao pai a parte de sua herança e ganhou a estrada e foi-se embora de casa, deixando seu genitor muito triste e preocupado.

É provável que ele tenha acompanhado com a vista o rapaz, até ele desaparecer na estrada, indo talvez curtir umas boas férias. Não tardou em ele ver que seu dinheiro havia acabado vindo em seguida a grande necessidade, pois, a terra onde ele estava atravessava forte crise de fome e ele não tinha nenhum recurso.

Chamo esse período de diversão e descontração de férias. A mesma não foi das melhores, pois ele gastou tudo que havia levado com as meretrizes, não guardou nenhuma moeda e muito menos poupou a quantia da sua volta. Estava agora cuidando de porcos e com muita fome.

Nos dias de hoje existem algumas pessoas, tidas e havidas como crentes em Jesus cristo, cuja situação de vida não difere muito do pródigo da parábola, pois, amam curtir férias da igreja que fazem parte, ou seja, onde congregam e até têm compromisso com a obra. Amam levar à vida desregrada, não obedecem a nenhuma norma e sempre se acham como os donos de suas próprias vidas, não respeitando a pessoa de Cristo e nem as autoridades por este constituídas. Estão sempre de férias, e quando aparecem, logo, logo somem de novo, prorrogando assim o período de laser novamente.

Essas pessoas que assim procedem, estão sempre arranjando desculpas para justificarem suas ausências da congregação, porém, é bom que saibam que ao Espírito Santo ninguém consegue burlar, nem enganar, porquanto, Ele tem o controle de nossos passos e sabe perfeitamente se estamos bem ou mal espiritualmente falando.

É muito bom para a saúde espiritual da igreja, quando cada crente em particular cumpre com suas obrigações e procura ser um cooperador de Cristo, lutando para que o Reino de Cristo cresça em todos os sentidos, para isso, todos precisam se unir para juntos realizarem uma grande obra para Deus, a começar pelos seus compromissos de fidelidade.

Há outros que, mesmo sabendo que precisam interromper este círculo de ausências contínuas, acabam prorrogando mais ainda o período e isso não é bom para o seu crescimento espiritual e nem para obra em particular.

Um conselho de pastor e de amigo: interrompa as suas férias das atividades eclesiásticas, se apresente ao seu pastor e recomece dando o melhor de você, e, te garanto que muitas coisas que não estão fluindo eficazmente em sua vida, irão, sem dúvida, se normalizar. Deus é fiel.

Veja o que a Bíblia orienta: “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.” (Hebreus 10.25). Não prorrogue as suas férias…

Tirando de Deus para dá ao inimigo

“Naquele tempo cortou Ezequias o ouro das portas do templo do Senhor, e das ombreiras, de que ele, rei de Judá, as cobrira, e o deu ao rei da Assíria.” (2 Reias 18.16).

O rei da Assíria Laquis, havia tomado todas as cidades fortes de Judá sob a liderança do rei Ezequias, e este, para não ser morto e não contemplar uma desgraça maior, se rende aquele rei ouro e prata, porém, ele não tinha o combinado, então, lançou mão do que não era seu, mas tirou de Deus, do Templo consagrado ao Senhor, cortou a fogo e a ferro as portas para tirar o ouro e o dar ao inimigo.

Interessante, estamos no século XXI e até hoje alguns fazem o mesmo, tiram do que é de Deus e investem em seus projetos, ou simplesmente, entregam o que é do Senhor ao inimigo. É o que fazem alguns com o dízimo e as ofertas alçadas.

O dono da terra e dos céus só exige do homem dez por cento e o deixa viver com quase tudo, ou seja noventa por cento e mesmo assim ele não consegue suportar a pressão, e nem a tentação e acaba tirando de Deus para dá ao inimigo a única migalha que Deus exigiu dele, a décima parte do seu salário. Com isso, a pessoa que assim procede tem falta de tudo: “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado.” (Ageu 1.6). Não tem alfaiate e nem costureira que consigam costurar os bolsos e o saco onde se põe o dinheiro, ele vive sempre furado.

O rei de Judá Ezequias tinha ouro e prata. Se ele tivesse feito uma campanha teria arrecadado muito ouro e prata que daria para saldar a sua dívida imprudente junto ao rei Laquis da Assíria, porém ele achou mais fácil lançar mão daquilo que não era dele, mas de Deus, porquanto as portas do Templo eram consagradas e dava ao recinto a beleza, bem como ostentava a glória da riqueza de quem servia a Deus. Ezequias cortou o ouro das portas do templo do Senhor, e das ombreiras, de que ele, rei de Judá, as cobrira, e o deu ao rei da Assíria. Que falta de fé, de compromisso, de zelo, de temor, e reverência pelas coisas sagradas.

Não devemos lançar mão daquilo que não nos pertence. Do nosso salário, só podemos dispor de noventa por cento, os outros dez é de Deus, e o devemos levar à casa do tesouro, para mantimento e sustento da obra. Só somos abençoados quando não lançamos mão daquilo que não é nosso. Quem toca nas coisas do Senhor e as dá ao inimigo, trás para si maldição. Não tire de Deus e dê ao inimigo parte dos seus bens, que pertencem ao Senhor.

Muitos estão sentados em cima do muro, nada fazem para o Senhor, por que isso? Porque não são fieis ao Senhor. “Porém Rabsaqué lhes disse: Porventura me mandou meu senhor somente a teu senhor e a ti, para falar estas palavras e não antes aos homens, que estão sentados em cima do muro…” (2 Reis 18.27).

Jesus é o único caminho para o homem obter a salvação

“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14;6).

Jesus ao falar de si mesmo com os Seus discípulos procurou incutir em suas mentes que só existe um caminho que levaria o homem de volta ao seu criador: Jesus Cristo. Ele além de ser o verdadeiro e único caminho é, também, a verdade e a vida, logo, se o homem quer ter vida precisa mais que tudo aceitar a Cristo como seu Senhor e Salvador.

No livro de Atos dos Apóstolos está escrito: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4.12).

Não existe, sem dúvida, um caminho se quer na terra pelo qual o homem possa ser salvo, somente, Jesus Cristo, autor e consumador da fé.

Todas as religiões e seitas no mundo, quando fala de seu expoente maior, seu profeta ou líder, fundador de seu credo, guarda uma história e também apresenta aos seus fiéis seus restos mortais, porém, o cristianismo não tem como apresentar os restos mortais de Jesus Cristo, pois Ele ressuscitou e hoje está à direita de Deus em glória.

Se você ainda não conhece a Jesus Cristo, seria bom tomar uma atitude sensata em sua vida e procurar aceitá-lo como único Senhor e Salvador de sua vida. Amém!

O dia da criança!

“E, qualquer que receber em meu nome um menino, tal como este, a mim me recebe.” (Mateus 18.5).

O dia 12 de outubro está chegando e muitas crianças não sabem ainda que nesse dia se comemora, a nível Nacional, o seu dia. Nele, as crianças que entendem perfeitamente o significado da data, aguardam ansiosamente um presente. Que presente podemos dar a uma criança?

Jesus Cristo disse que aqueles que recebem, agradam ou cuidam diligentemente de um menino ou menina, também o fará para com Ele, ou melhor, quando amamos uma criança e cuidamos dela com carinho, de igual maneira estamos fazendo com a pessoa de Cristo.

O dia 12 é dia adequado para se fazer caridade. Há inúmeras crianças internadas e outras se recuperando de alguma enfermidade grave, então, é hora de você e eu visitarmos e levarmos o amor, o carinho, o afeto, e cantar com eles e lhes falar do grande amor de Deus, Jesus Cristo o Salvador.

O melhor presente que se deve dar a uma criança é na verdade o amor.

Famoso no céu!

“E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” (Mateus 7.23).

Não existe algo tão gratificante para o homem e a mulher de Deus do que ser reconhecido no céu, por toda a Trindade. Ser reconhecido na terra muitas vezes é prazeroso, porém, ser identificado como filho de Deus pelo próprio Cristo é ainda mais glorioso.

O próprio Jesus é quem disse: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mateus 16.26). Há muita gente que faz de tudo para ser estrela no mundo. Arisca tudo para ser conhecido do público, por status vende a até a sua alma, porém, por não serem conhecidos no céu, acabam sacrificando a vida Eterna e um dia irão ouvir de Deus: “… Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.”.

É melhor ser famoso no céu do que na terra. O homem tem a capacidade de colocar o outro no mais alto dos patamares do sucesso. Em Hollywood está repleto de pessoas que alcançaram o mais alto degrau da fama, porém, não alcançaram ainda a salvação da alma, não conhecem Jesus e muito menos do que Ele é capaz. Só conhecem o dinheiro, os vícios, a promiscuidade e a iniquidade, não sabem o que seja santidade, temor a Deus e pureza da alma. Caso não se entreguem a Cristo, terão que ouvir um dia: “E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.” (Mateus 7.23).

Ainda há tempo para se arrepender. Jesus Cristo está vivo e aguarda a sua decisão. Aleluia! Seja famoso no céu, pois é muito melhor do que ser estrela na terra.

Ainda bem!

“E, navegando eles, adormeceu; e sobreveio uma tempestade de vento no lago, e enchiam-se de água, estando em perigo. E, chegando-se a ele, o despertaram, dizendo: Mestre, Mestre, perecemos. E ele, levantando-se, repreendeu o vento e a fúria da água; e cessaram, e fez-se bonança.” (Lucas 8.23,24).

Ainda bem que todos foram salvos, o barco não naufragou, o mar se acalmou e o vento se aquietou. Jesus acordou, e devolveu a paz e a tranquilidade aos seus discípulos apavorados e perplexos diante do milagre realizado por Jesus.

Ainda bem que a tempestade e o mar foram repreendidos pelo Mestre da Galiléia. A água que invadia o barco era gelada e o vento muito frio. O pequeno barco não tinha conforto nenhum, porém, Jesus dormia na popa em meio ao forte balanço do barquinho de Pedro.

Ainda bem, que eles sobreviveram e tiveram coragem para acordar o Filho de Deus que logo orou e mandou que a bonança se manifestasse. Ainda bem mesmo, que nestes dias tão tenebrosos e agitados encontramos quem desperte Jesus. Jesus não dorme, “Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel.” (Salmos 121.4). Ele é o nosso guarda fiel e sempre está pronto para nos proteger, porém, é preciso clamar a Ele, busca-lo em oração a fim de que Ele possa nos auxiliar e garantir a nossa vitória, seja ele qual for, ou em qualquer área e contexto de nossa vida.

Vale a pena servir ao Senhor. Ainda bem que eu e você servimos a Ele e o esperamos em Sua vinda. É triste sabermos que ainda existem pessoas que estão separadas de Cristo e não vivem mais segundo a orientação do Seu Espírito Santo. Para você meu amigo e meu irmão eu te digo: Ainda bem que a porta da graça se encontra aberta. Ainda bem que Jesus não voltou para buscar a sua igreja. Ainda bem que você está vivo e pode se arrepender e novamente ser cheio da graça e do poder de Deus. Amém!

Tempos trabalhosos

“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.” (2 Timóteo 3.1).

A cada dia que se passa a tecnologia avança numa modernidade extremamente sofisticada e complexa. Várias pessoas este mês foram agraciadas com o prêmio nobel de alguma ciência, literatura ou de química e, também, de medicina. São merecedores porquanto se dedicam anos após anos a atingirem metas dentro de suas áreas de pesquisa. É louvável, meus parabéns a todos os ganhadores.

Mesmo com as descobertas de inúmeros antídotos contra doenças, que hoje preocupam a humanidade, existem ainda muito a que se conquistar. É alarmante contemplar as estatísticas de pessoas enfermas com doenças que são frequentes neste século atual, tais como o câncer, o diabete, o Alzheimer e o mal de Parkinson, além de outras causadas por bactérias que tiram a vida da pessoa em poucos dias.

Os dias trabalhosos os quais Paulo se referia em sua carta a Timóteo, são os que vivemos na atualidade. Todos os dias estamos contemplando uma desmoralização da família. A libertinagem, a imoralidade, a falta de pudor, o desrespeito a criança, ao jovem e ao adulto, estão cada vez mais crescente em nosso mundo. As pessoas em nome da arte, acham que podem fazer o que quiser e apresentar seus corpos nus onde bem entender e como acharem melhor. Não é bem assim, nosso país ainda é um país cristão, que guarda tradições e que ainda existem muitas pessoas que amam a decência e a ordem e são contra essa imoralidade e falta de respeito e vergonha de muitos que, em nome da arte e da ciência exibem seus corpos sem nenhum senso de moralidade e temor a Deus.

Glorifico a Deus porque ainda temos uma justiça que se manifesta, e um grupo de homens e mulheres que amam a Deus e não aceitam tais comportamentos que só servem para denegrir a imagem cristã de nossa sociedade. Não podemos aceitar, de maneira nenhuma, esse tipo de agressão as nossas crianças. Deus abençoes nossa nação.

“Que diremos, pois, a essas coisas. Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8.31).

Três palavras que nos trazem segurança 1

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Coríntios 13.13).

A Bíblia tem infinitas mensagens e palavras que produzem fé e salvação, além de gozo e paz para a alma. É muito prazeroso ler e meditar nas Escrituras, pois ela dar a pessoa condições se ser alcançada pelo poder de Deus, proporcionando-lhe condições para viver bem nesta terra e também a vida Eterna no céu.

A fé é imprescindível para que o cristão seja um vitorioso. Sem fé, diz a Bíblia, é impossível agradar a Deus. A fé é preciosa: “Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcançaram fé igualmente preciosa pela justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 1.1). Preciosa pela justiça é a fé. Não uma justiça de homem, mas a justiça do justo Salvador, Jesus.

Uma fé perfeita é mais preciosa que o ouro: “Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo” (1 Pedro 1.7).

Se o homem quer ser um vitorioso na vida precisa ostentar a fé genuína em Jesus Cristo. O apóstolo João diz: “Porque o que é nascido de Deus, vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” (1 João 5.4,5).

A fé é o inverso da incredulidade. Ela é frutífera e contribui para que o homem olhe para Deus, somente para o Senhor Jesus Cristo e o Seu Espírito Santo. Já a incredulidade nos leva a olhar para as pessoas, o material e para o mundo desesperançoso, que nada oferece de bom para a salvação eterna.

A fé faz o homem honrar ao Senhor Deus, porém, a incredulidade só desonra. Enquanto Calebe e Josué tinham fé, os demais espias inflamavam o povo a não lutarem por fé: “Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela. Porém, os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.” (Números 13.30-32).

A fé é vitoriosa, enquanto a incredulidade é pura derrota, tristeza e angústia. Aprenda a exercitar a sua fé em Deus. Se esforce para contemplar os mistérios do Senhor pela fé. A fé, vê o milagre, vê o céu aberto, mas incredulidade não consegue vê o socorro de Deus, somente os exércitos inimigos e as cidades fortes, os gigantes da terra e as dificuldades, jamais as possibilidades de Deus para resolver. Lute pela sua fé genuína em Cristo. Jamais faça naufrágio na fé. (continua).

As cidades refúgio e a pessoa de Jesus Cristo 2 (continuação)

“Estas são as cidades que foram designadas para todos os filhos de Israel, e para o estrangeiro que habitasse entre eles, para que se acolhesse a elas todo aquele que por engano matasse alguma pessoa, para que não morresse às mãos do vingador do sangue, até se apresentar diante da congregação.” (Josué 20.9).

As cidades refúgios que começamos a falar ontem, em número de seis, são um tipo de Jesus Cristo. Hoje, falarei de mais três: Quedes, Siquém e Hebrom.

Quedes, ou Cades é outra cidade refúgio, cujo significado é “Santo”. É muito importante você saber que, o seu Deus é santo. Jesus é a perfeita santificação para o impuro de alma. Jesus é o perfeito refúgio para o homem que se encontra em pecado, vivendo na impureza deste mundo perdido e sem Deus. Jesus é a santidade de que precisamos para viver em paz com Deus: “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.” (1 Pedro 1.15,16).

Quedes é a cidade que recebe o pecador e o trata de suas feridas e de suas iniquidades. Jesus é o santo, o verdadeiro Senhor que tem a chave da vitória para a sua vida, meu irmão e meu amigo que se encontra longe de seu caminho: “E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre.” (Apocalipse 3.7).

Siquém é a quinta cidade refúgio, foi construída na montanha, entre Ebal e Gerizim, no território de Efraim, cerca de 70 km ao Norte de Jerusalém. Siquém significa “Lugar para o cansado”, ou seja, “ombro”. Quando o pastor encontrava a ovelha desgarrada, ferida e cansada, ele a colocava em seus ombros e a transportava até o lugar seguro. Jesus é a nossa Siquém, o nosso refúgio quando estamos largados, cansados e necessitados de perdão, paz, comunhão e sedentos de Deus. O próprio Jesus é quem diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração;  encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11.28-30).

Por fim, temos aqui a sexta cidade refúgio, por nome Hebrom, cujo significado é “comunhão”. Situada na região montanhosa de Judá, e que, primeiramente foi chamada de Quiriate-Arba. Abraão, Isaque e Jacó habitaram nela, e foi nela que morreu Sara, esposa de Abraão. Significa também “União”. Um tipo perfeito de Cristo, porquanto, Jesus é comunhão e união para aqueles que estão separados do rebanho, da família, uns dos outros que professam a mesma fé. Hoje, é o dia em que você precisa correr para Hebrom, correr para Cristo, pois Ele é refúgio para todos quantos estejam separados de Deus, sem comunhão e paz de espirito, que fez naufrágio na fé e encontra-se hoje desligado do convívio da igreja. Deus te espera, venha, mas venha logo a Sua presença, Ele é o perfeito refúgio.

As cidades refúgio e a pessoa de Jesus Cristo 1

“Estas são as cidades que foram designadas para todos os filhos de Israel, e para o estrangeiro que habitasse entre eles, para que se acolhesse a elas todo aquele que por engano matasse alguma pessoa, para que não morresse às mãos do vingador do sangue, até se apresentar diante da congregação.” (Josué 20.9).

Quando Deus mandou Moisés criar as cidades refúgio, um total de seis, atendia ao propósito de acolher as pessoas que acidentalmente matassem uma pessoa sem a intenção, sem o dolo.

Quatro livros da Bíblia citam estas cidades, dai a grande importância delas para Deus. O livro de Êxodo, Números, Deuteronômio e Josué. Foi o próprio Deus que determinou a construção das mesmas, e não alguma invenção da cabeça de Moisés ou outro judeu influente na comunidade judaica. O Senhor mesmo foi quem cuidou dos detalhes de localização de cada uma delas. São elas, Bezer, Ramote, Golã, Quedes, Siquém e Quiriate-Arbá.

Estas cidades refúgios, na tipologia bíblica, funcionam como tipos de Jesus Cristo. Elas representam o refúgio que a igreja tem em seu Salvador. Bezer, significa em hebraico “Fortaleza”. O salmista afirma: “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.” (Salmos 46.1). O profeta Jeremias completa: “Ó Senhor, fortaleza minha, e força minha, e refúgio meu no dia da angústia; a ti virão os gentios desde os fins da terra, e dirão: Nossos pais herdaram só mentiras, e vaidade, em que não havia proveito.” (Jeremias 16.19). Quem está em Cristo se sente seguro e protegido de todo o mal. Assim sendo Jesus é a fortaleza de cada um que crer em Seu nome.

Ramote, situada em Gileade, pertencente a tribo de Gade, significa “Exaltado”. E é isso que Jesus Cristo é e representa para todos os cristãos. Seu nome é sobre todo o nome. Ele é rei dos reis e Senhor dos senhores. Ele deixou a Sua glória, se fez homem e habitou entre nós, sem pecados. Nasceu, cresceu, morreu, mas ressuscitou ao terceiro dia e hoje está à Direita de Deus intercedendo por todos quantos creem no Seu excelso nome.

Que relato maravilhoso fez Paulo aos filipenses sobre a humilhação e exaltação de Cristo: “Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.” (Filipenses 2.6-11). Jesus foi exaltado por Deus Pai.

Situada em Basã, uma terra fértil pertencente a Manasses, ergueu-se Golã, cujo significado é “Gozo” ou “Exilio”. Quando o crente encontra-se triste, angustiado e abatido por algum motivo, precisa se refugiar em Cristo, nossa cidade refúgio Basã. É nEle que o crente encontra gozo. Ele foi para junto do Pai, mas deixou a todos que nEle creem a pessoa do Espírito Santo o nosso Consolador Eterno: “Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim.” (João 15.26).

O Espírito Santo habita entre nós e tem a responsabilidade de convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, bem como preparar a Igreja para se encontrar com o noivo Jesus Cristo. Se você está longe do Consolador, então, é hora de voltar e sentir novamente o gozo do perdão, bastando somente se arrepender dos seus pecados. (continua)

Santificados pela Palavra de Deus 2 (continuação)

“Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17.17).

Tenho aprendido que a santificação é primeiramente a pessoa pertencer de fato a Deus, mas também servi-lo. O apóstolo Paulo assim definiu o assunto em Atos 27.23: “… o Deus, de quem eu sou e a quem sirvo”. Pessoas há que apesar de esforços, anelos e propósitos, não conseguem viver em santidade, porque querem pertencer a Deus, mas não querem servi-lo.

Outra coisa que atrapalha a realização e operação do Espírito Santo e que diz respeito à santificação, é o viver em desobediência.

Ao manusear a Palavra com frequência se aprende que são vários os meios pelos quais o homem crente pode se santificar: Pelo sangue de Jesus “E por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta” (Hebreus 13.12); Pela Oração “Porque pela Palavra de Deus e Pela Oração é santificada” (1 Timóteo 4.5); Pelo Espírito Santo “Digo, porém: andai em Espírito e não cumprireis as concupiscências da carne” (Gálatas 5.16); Pelo amor “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Romanos 13.10), etc.

A Palavra de Deus santifica o homem: “Porque pela Palavra de Deus e pela oração é santificada” (1 Tm 4.5). A Palavra de Deus impõe com autoridade a necessidade de santificação (João 17.17). A Palavra diz Paulo: “É poder de Deus para salvação de todo aquele que crer” (Rm 1.16).

A Palavra de Deus opera como um espelho: “Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecediço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito” (Tg 1.23-25); Ela é como um prumo, logo, o crente precisa andar retamente, “Mostrou-me também assim: e eis que o Senhor estava sobre um muro, levantado a prumo; e tinha um prumo na sua mão. E o Senhor me disse: Que vês tu, Amós? E eu disse: Um prumo. Então disse o Senhor: Eis que eu porei o prumo no meio do meu povo Israel; nunca mais passarei por ele” (Amós 7.7,8); Ela é como uma balança, que pesa tanto as nossas obras, como o nosso andar, e o nosso espírito, “Não multipliqueis palavras de altivez, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca; porque o Senhor é o Deus de conhecimento, e por ele são as obras pesadas na balança” (1 Sm 2.3).

Saiba que o próprio Jesus é a Palavra: “E estava vestido de veste tingida em sangue; e o nome pelo qual se chama é A Palavra de Deus” (Ap 19.13). É por isso que a Palavra de Deus é tão poderosa “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4.12). Eis aqui um grande argumento para que todos se santifiquem. Ela opera ensinando, redarguindo, corrigindo e instruindo (muito bem contado pelo El Shadai na noite de ontem), fazendo com que o crente seja “perfeito e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2 Tm 3.16,17). Isto é realmente santificação! Oh Glória! Aleluia!

Santificados pela Palavra de Deus 1

“Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (João 17.17).

Antes de Jesus de Nazaré ser preso, próximo do ribeiro de Cedrom, no monte das Oliveiras, num lugar chamado Getsêmani, estava ele e seus discípulos em espírito de oração. Ele antes de ser entregue por Judas aos soldados que iriam prendê-lo e leva-lo à presença do Sinédrio, ele fez uma oração intercessora ao Pai e pediu a santificação de todos quantos criam nEele.

A Bíblia diz: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). Aqui se encontra fundamentado a obrigação para todos aqueles que desejam um dia se encontrar com Deus. Sendo este, santo, santo, santo, logo, Ele requer de seus servos santidade. Essa santidade significa: vier em absoluta pureza moral, não permitindo tolerância ao pecado, porque Ele, o Senhor, não peca.

A santidade é um atributo divino, e que, só a Ele se refere, pois faz parte de sua própria natureza e é a distinção que há entre, Deus puro e santo, e, o homem pecador.

A santificação tem objetivos bem definidos, os quais devem ser praticados e vividos por todos que desejam vê ao Senhor em glória. Agradar a Deus é um deles; o desejo de tornar-se participantes da natureza divina e lutar por ela preservando todos os bens recebidos de Deus é mais um; outro objetivo é o esforço e a dedicação do salvo para tornar-se apto para o serviço a ele confiado por Cristo e por último, a vontade de estar, constantemente, na presença de Deus.

Ser santificado pela Palavra se constitui num ato de fé. É pela fé que a instrumentalidade da Palavra se faz eficiente na vida cristã. A fé é ao mesmo tempo o resultado da obra santificadora do Espírito e, sem dúvida, o meio principal para Sua obra santificadora ulterior. Por meio da santificação de cada crente, ele é confirmado em santidade ao fim do processo. Santo foi Adão na criação, mas não foi confirmado em santidade, ele desobedeceu ao Senhor Deus, fato este bem enfatizado pela pregadora de ontem à noite.

A natureza progressiva da presente santificação está bem implicada em Hebreus 2:11 e 10:14, onde está empregado o particípio presente, que sempre denota ação progressiva. Ela é também em parte externa, todavia, a presente santificação é inteiramente interna, pois atua no homem interior, mas, é incompleta nesta vida, porquanto, jamais ganha perfeito controle sobre a natureza carnal.  A Palavra de Deus é um meio que santifica aqueles que creem em Jesus Cristo.

(continua amanhã)

Há coisas que o homem não consegue realizar

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? (João 3.3,4).

Desde o Éden que o homem inventa coisas. Quando Adão e Eva descobriram que estavam nus, trataram logo de confeccionar vestimentas e com folhas de figueiras, frágeis e sem duração nenhuma.

Os séculos se multiplicaram e as invenções nunca pararam e, hoje, muitos têm o homem como um gênio, pois o que seria de nossa gente e dos demais povos se não fossem as grandes realizações humanas? Porém, há algumas coisas que Deus não permitiu que nós humanos realizassemos, ou seja, ao homem é impossível executar muitas coisas. Vejamos algumas:

A salvação é uma delas, pois, o ser criado não consegue, por si só alcançar a vida eterna com Deus a não ser por Jesus Cristo. Ele não consegue ser salvo sem que antes nasça de novo. Foi justamente isso que Jesus disse a um mestre judaico chamado Nicodemos: “… aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus…”

O resgate da alma não é feito por sangue de animais ou por intermédio de indulgência, mas somente através do sangue precioso de Cristo: “E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus.” (Hebreus 9.22-24).

Somente através do sangue do Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, é que o homem encontra a remissão perfeita para seus pecados. Hoje, perante Deus Ele intercede por nós como o único advogado capaz de oferecer o perdão de nossas iniquidades.

Outra coisa que o homem não consegue realizar é salvar-se a si próprio. Faz-se necessário entrar pela porta, Cristo: “Tornou, pois, Jesus a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo que Eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” (João 10.7-9).

Para Nicodemos a lei de Moisés era a melhor solução para ser salvo, porém, Jesus lhe apontou o melhor caminho. Jesus é o caminho que conduz o homem à vida eterna. O homem não consegue escapar do juízo final, do trono branco, sem que para isso tenha que ser Igreja do Cordeiro de Deus, que tira o pecado do Mundo, Jesus Cristo homem. O escritor aos Hebreus alerta-nos: “Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram.” (Hebreus 2.3).

O homem, também, não pode dizer que agrada ao Senhor, e faz a Sua vontade, sem que para isto tenha fé em seu coração: “Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; Porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.” (hebreus 11.6).

Deus, o sábio Senhor, e Criador dos céus e da terra, não concedeu as coisas em lide para o homem solucionar e se vangloriar, porém, ele tudo faz para contrariar as ordens e determinações do Senhor em Sua Palavra. E continua inventando soluções para viver esplendidamente após a morte. Depois da morte, segue-se o juízo. A Bíblia diz que o homem não pode obter a sua conversão após a morte: “E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.” (Lucas 16.26). Esta é uma das parábolas mais edificantes das Escrituras sobre a vida além-túmulo. Quem pensa e acredita em reencarnação, pode tirar o cavalinho da chuva!, pois há coisas que o homem não consegue realizar.

Jesus em seu diálogo com Nicodemos lhe apresenta a solução para os problemas do mestre rabino e lhe dá um xeque mate espiritual dizendo-lhe: “Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu. E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.” (João 3.13-16).

Silêncio!

“E, respondendo Jesus, disse-lhes: Digo-vos que, se estes (discípulos) se calarem, as próprias pedras clamarão” (Lucas 19.40).

A igreja de Cristo, em toda a sua existência, jamais ficou em silêncio, mesmo durante a época áurea do comunismo em todo o mundo, principalmente, na Rússia.

Durante as grandes perseguições à igreja, nos primeiros séculos, milhares pagaram com suas próprias vidas, por professarem a sua fé no Senhor Jesus, de modo que famílias inteiras foram dizimadas. As mortes dos cristãos foram as mais cruéis já vistas até hoje, mesmo assim, não permaneceram em silêncio, mas pregaram o Evangelho por amor a Deus e obediência a Sua Palavra.

Hoje, a noiva de Cristo, parece trilhar um caminho sem grandes perigos e molestações. Os oponentes, usando a velha tática da boa vizinhança, preferem dizer que são “amigos do evangelho”, do que se levantarem ostensivamente contra o grupo evangélico, ou “protestante” como são chamados os crentes em Jesus Cristo.

O silêncio tem incomodado a própria comunidade cristã. Poucos são os que rompem essa barreira e pregam com ousadia o evangelho da paz. O mundo está morto em seus pecados, “jaz no maligno”, e muitos há que estão em silêncio, evitando proclamar as boas novas de alegria, que se constitui na mensagem salvadora, capaz de levar o homem de um extremo ao outro, proporcionando-lhe paz, felicidade, esperança, alegria, salvação, etc.

O silêncio, nesses momentos que antecedem a vinda de Cristo só serve para fazer proliferar as seitas e doutrinas falsas. Satanás tem se aproveitado desse momento sombrio para instalar o seu reino e difundir sua doutrina maléfica.

Não podemos nos calar jamais, devemos pregar o evangelho a tempo e a fora de tempo, procurando levar o esclarecimento da verdade a todas as criaturas.

Meu apelo é para você e eu, juntos, não permanecermos calados. Devemos pregar, ensinar, divulgar os feitos de Cristo e fazermos discípulos, pois é uma ordem de Cristo: “…Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Ensinando-os a guardar todas as cousas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século”. (Mateus 28.18-20).

Quantos benefícios o homem pode receber através de Jesus Cristo

“Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades.” (Salmos 103.1-3).

O homem é um perdedor por natureza. Ele já nasce chorando e não sendo feliz nesta terra ele também se lamenta, porém, há uma saída para a sua crise: Jesus Cristo. Quando ele aceita a Jesus Cristo e procura andar com sabedoria em Sua presença, então ele passa a ser um vencedor, ou melhor, mais do que vencedor em Jesus Cristo, o Salvador Eterno.

Quantos benefícios o homem deixa de receber por se afastar da presença de Deus? Quantas alegrias ele deixa de desfrutar nesta terra, em família e por onde andar tudo porque tem abandonado o Consolador, o Espírito Santo?

A salvação é uma dádiva dada somente a quem crer em Jesus Cristo. Muitos, talvez, deixam de desfrutar dessas bênçãos gloriosas porque não creem no Filho de Deus. Jesus Cristo é quem diz: “Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (João 12.46).

A vida eterna não é assunto de loteria esportiva e nem de programação televisiva aos domingos à tarde, mas uma oportunidade que Deus reservou para todos quantos creem no Seu Filho Amado como Senhor e Salvador de suas vidas: “Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.15).

Outra benesse deixada por Deus ao homem é a Igreja do Cordeiro que foi morto e ressuscitou ao terceiro dia, ou seja, todos que foram alcançados pela a salvação. Foi o amor de Deus derramado na Cruz do Calvário, que proporcionou a verdadeira remissão das iniquidades humanas, à base de sangue inocente: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16).

Tem outros benefícios além desses em lide para o homem. Você poderá recebe-los com o coração alegre, basta tão somente crer em Jesus Cristo.

Quem sou eu!

“Mas Davi, disse a Saul: quem sou eu, e qual é a minha vida e a família de meu pai em Israel, para vir a ser genro do rei? (1 Samuel 18.18).

O rei Saul em conversa com Davi o filho de Jessé, lhe prometeu a mão de sua filha primogênita chamada Merabe (em hebraico aumento), porém, Davi precisaria ser um dos soldados do Exército de Israel e lutar contra os temidos filisteus.

Davi, ainda não tinha o preparo como soldado, nem as manhas da luta e a experiência da guerra. Ele não tinha a habilidade da luta como seus irmãos que já estavam há algum tempo com Saul e Jônatas. Davi havia matado o melhor guerreiro dos filisteus, e se tornou conhecido, porém, lhe faltava o preparo para enfrentar o inimigo com escudo e espada.

Davi, pelo que se sabe não foi admitido no exército de Saul com funda e pedras. Ele precisou passar por uma escola de guerra. Precisou mostrar que sabia empunhar uma espada e com ela lutar com bravura e habilidade de um bom soldado. Não se tem conhecimento de que Davi voltou a usar a sua funda para guerrear, mas com o tempo ele se tornou um dos mais temido e valoroso homem de guerra.

Quem sou eu! Muitos crentes em Jesus Cristo até hoje falam assim, quando Deus já lhe concedeu a salvação, já lhe proporcionou habilidades na sua Palavra, e lhe abençoou com todas as bênçãos celestiais e lhe corou de dons do Espírito Santo, mas mesmo assim o medo e a depreciação de si próprio ainda se constitui uma marca que tem atrapalhado a sua vida espiritual e o seu ministério recebido do Senhor.

Muitas vezes não somos conhecidos publicamente e muito menos, somos reconhecidos no meio da comunidade evangélica onde congregamos. No primeiro caso, quase sempre nos escondemos e não valorizamos os talentos que Deus tem nos dado e assim não somos intrépidos e ousados para nos tornarmos conhecidos dos outros. Escondemos-nos e enterramos nossos talentos, ou, em muitos casos somos envolvidos numa timidez que não agrada ao Senhor da Seara.

O segundo caso é mais comum e quase sempre os líderes e pastores que presidem estas pessoas evitam que o obreiro, a obreira venham crescer e se tornarem uma ameaça ao seu ministério. O líder não pode pensar assim. Deve oferecer oportunidades e se esforçar para fazer com que seus liderados sejam bons, ótimos obreiros a serviço do Reino de Deus. Quem tem chamada e vocação não tem com que se preocupar, “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2.13). Não diga mais: Quem sou eu! Como se sentindo diminuído e insignificante… Amém!.

Devemos nos alegrar ao irmos à casa do Senhor!

“Alegrei-me quando disseram: Vamos à casa do senhor!” (Salmo 122.1).

Tenho a plena convicção de que nos dias de hoje é bem difícil convencer as pessoas para participarem das atividades da igreja no período de segunda a sexta-feira nos templos das igrejas evangélicas; é bem verdade que as motivações seculares priorizam a vida de qualquer membro, ainda que ele seja fiel a Deus.

Alguns crentes se preocupam e pensam em suas vidas espirituais, porém, o mundo globalizado exige que eles lutem pela sobrevivência, por suas famílias, de como alimentá-las, vesti-las e projetá-las para o futuro. Trata-se de uma corrida em busca de objetivos e metas, os quais suplantam àqueles oferecidos pela igreja de Cristo. Estes, quase sempre se baseiam em cultos de libertação, ensino, ensaios de grupos e alguma atividade rotineira promovida pela liderança da comunidade, tais como palestras, chás e reuniões de lideranças.

O culto é uma forma de a pessoa crescer na graça e no conhecimento de Cristo, aprender os passos seguros para se manter firme na fé cristã, na doutrina bíblica dos apóstolos, no verdadeiro Evangelho de Cristo, obter conhecimento das verdades escatológicas e criar um vínculo de comunhão entre as pessoas que professam a mesma fé.

Jesus deixou antes mesmo de subir para o Pai a seguinte ordem aos seus discípulos: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.19,20). Será que estamos nos esforçando para cumprí-la?

Se não houver um esforço grande, por parte de cada um dos membros em comunhão na igreja, para cultuar durante a semana, logo, logo, teremos a sensação de esvaziamento e desinteresse por parte da membresia, o que reflete negativamente na vida dos visitantes e demais congregados.

Os cultos oficiais da Igreja, principalmente, durante a semana, estão cada vez mais vazios, pois, os que podem comparecer e ajudar no crescimento do Reino de Deus, quase sempre não comparecem e acabam se envolvendo com outras atividades secundárias, tudo leva crer que não existe nenhum interesse ou motivação para servir a Jesus Cristo.

Muitas igrejas na Europa e na África, não abrem as suas portas durante a semana, mas somente aos domingos, ou pela manhã ou somente à noite. O resultado disso é que muitos estão fracos e doentes e muitos que dormem. O resultado é a proliferação alarmante do pecado e das desgraças no mundo.

A evangelização precisa ser retomada, a obra missionária necessita de ser reavivada e os crentes despertados para poderem fazer alguma coisa útil para o crescimento do Reino de Deus, antes mesmo de Jesus voltar.

O fogo do espírito e do despertamento precisam ser novamente acesos. O inimigo luta e se esforça para que a igreja do Senhor seja um lugar qualquer de encontro, menos casa de oração, de milagres, curas, libertação e salvação de vidas. Para que sintamos a alegria de ir à casa do Senhor, é preciso tomar medidas impactantes, que possam promover a alegria completa no coração de cada vaso do Senhor, e faça com que o Espírito Santo volte a se manifestar no meio dos crentes em Jesus Cristo.

Cada pessoa crente deve se envolver de corpo, alma e espírito na obra do Senhor Jesus Cristo. Deve sentir amor pelo que faz e sempre grato por aquilo que o Senhor fez por ele na cruz; Para isso é preciso que haja amor, dedicação e força de vontade para servir melhor a Deus.

Hoje, existe uma prática que está se alastrando grandemente no seio das igrejas pentecostais, que é o cancelamento de cultos oficiais e às vezes mudanças de datas para se atender a realização de eventos sociais fora do convívio evangélico, e estes acabam contribuindo para o êxodo das pessoas dos cultos. Conclamo a todos que não deixem de comparecer aos trabalhos de sua igreja e se esforcem para não marcar nenhuma atividades paralela aos dias de cultos.

É tão bom ir à casa do Senhor, que muitas pessoas simples andam léguas a pé para cultuarem a Deus. Na casa de Deus é lugar propício para se ouvir Deus falar, bem como se receber maravilhosas e ricas bênçãos. Uns são curados, outros recebem poder, alegria, exortações benéficas que são capazes de influenciar na decisão de situações vitais para um viver prazeroso e edificante; e mais, a casa do Senhor é lugar de confraternização, de aprendizado e de aprimoramento dos talentos recebidos.

De posse de todas essas informações, pergunto, por que alguns não gostam de ir adorar ao Senhor no Templo durante a semana? É preciso que se faça uma reflexão mais consciente a fim de se achar a verdadeira solução para melhorar a vida espiritual dessas pessoas. Faz-se necessário, nas circunstâncias em que vivemos em meio a lutas e batalhas espirituais constantes em nossas vidas, buscar de maneira sábia a ajuda do Espírito Santo. A ida aos cultos irá proporcionar gozo ao coração, assim como aconteceu com o salmista ao escrever o salmo em lide.

Não podemos ficar limitados apenas aos cultos dominicais ou as festividades, conferências e congressos. A bíblia diz que há muitos fracos e muitos que dormem; é aconselhável que voltemos a ter uma vida mais voltada para Deus, buscar mais ao Senhor enquanto é dia e essa busca deve ser realizada no Templo em comunhão uns com os outros. Este sim é um lugar sagrado, onde o  Espírito de Deus tem se manifestado grandemente. Amém!