Ai vem o esposo!!

“Mas, à meia noite, ouviu-se um clamor: Ai vem o esposo! Saí-lhe ao encontro!” (Mateus 25.6).

Essa passagem bíblica é muito edificante para todos quantos aguardam a vinda de Jesus Cristo em glória. Ela promove no crente uma certeza que o faz triunfar em fé e em gozo do Espírito.

O esposo, o Senhor Jesus Cristo, já está pronto para vir buscar a sua querida e imaculada noiva, a Igreja, que nada mais é do que eu, você e todos quantos crêem em seu maravilhoso nome e no plano de salvação de Deus.

A noiva do Cordeiro, eu, e você principalmente, devemos está vivos e despertados para subirmos ao toque da trombeta: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.” (1 Tessalonicenses 4.16-18).

A qualquer momento eu e você ouviremos a voz: Ai vem o esposo! Então, precisamos estarmos preparados para o rapto da igreja. Amém!

A família sofre ataques constantes da parte do Diabo

“Então Elcana foi a Ramá, à sua casa; porém o menino ficou servindo ao Senhor, perante o sacerdote Eli. Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao Senhor.” (1 Samuel 2.12,13).

Sempre ouvi falar que o meio é quem molda o caráter da pessoa. Eu até concordo, em parte, com essa frase, porém, a Bíblia relata inúmeros casos de pessoas que foram criadas em ambiente de intensa corrupção, iniquidade e perversidade, porém, nem todos foram contaminados. Samuel foi alguém assim.

Quando Elcana e Ana deixaram seu filho em Ramá, para ser ensinado por Eli, o sacerdote de Deus, sobre o servir verdadeiramente ao Senhor, os próprios filhos de Eli eram filhos de belial, não faziam o que era certo conforme a lei de Moisés, sem eram fiéis ao sacerdócio e muito menos tiveram a vontade e o desejo de conhecerem a Deus.

Foi nesse clima de pecado e desgosto por parte de Eli que Samuel cresceu. Já desde cedo o Senhor o procurou e se revelou a ele: “Era, pois, muito grande o pecado destes moços perante o Senhor, porquanto os homens desprezavam a oferta do Senhor. Porém Samuel ministrava perante o Senhor, sendo ainda jovem, vestido com um éfode de linho.” (1 Samuel 2.17,18). O contraste era grande.

Não havia visão revelada naqueles dias e o Senhor visitou a Samuel: “E estando também Samuel já deitado, antes que a lâmpada de Deus se apagasse no templo do Senhor, onde estava a arca de Deus, o Senhor chamou a Samuel, e disse ele: Eis-me aqui.” (1 Samuel 3.3,4).

Existem uma infinidade de sinais que apontam a desintegração da família, e todos eles parém de um único tronco o pecado. A família de Eli mergulhou na desobediência, até o dia em que o próprio Deus matou a Hofni e Finéias, e também a Eli.

A infidelidade conjugal é outra fonte de desintegração, e os filhos de Eli a praticavam escandalosamente, exercendo o sacerdócio por serem da linhagem sacerdotal.

A pornografia, tão ostensiva nos dias de hoje, é outro ramo da perdição, que promove a separação de casais e a multiplicação de incestos, culminando muitas vezes em morte e dor. Quem se fecha no mundo pornográfico, se afasta do cônjuge e também de Deus.

Eli foi um grande homem. Ele ensinou o caminho direito a Samuel, mas foi uma pessoa que viveu muitas amarguras, ou seja, foi um perdedor dentro do seu próprio lar. Assim, existem muitos que são derrotados em casa, justamente, porque ergueram o altar a Baal, deixando as coisas santas e abraçando as profanas; se afastando da vida de santidade e pureza, para dar vazão ao pecado e os pecados da carne.

Paulo orienta aos Gálatas: “Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; … Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” (Gálatas 5.16-21). Lute comigo para que a família seja forte e não venha a se desintegrar facilmente.

Tirando de Deus para dar ao inimigo

“Naquele tempo cortou Ezequias o ouro das portas do templo do Senhor, e das ombreiras, de que ele, rei de Judá, as cobrira, e o deu ao rei da Assíria.” (2 Reias 18.16).

O rei da Assíria Laquis, havia tomado todas as cidades fortes de Judá sob a liderança do rei Ezequias, e este, para não ser morto e não contemplar uma desgraça maior, se rende aquele rei ouro e prata, porém, ele não tinha o combinado, então, lançou mão do que não era seu, mas tirou de Deus, do Templo consagrado ao Senhor, cortou a fogo e a ferro as portas para tirar o ouro e o dar ao inimigo.

Interessante, estamos no século XXI e até hoje alguns fazem o mesmo, tiram do que é de Deus e investem em seus projetos, ou simplesmente, entregam o que é do Senhor ao inimigo. É o que fazem alguns com o dízimo e as ofertas alçadas.

O dono da terra e dos céus só exige do homem dez por cento e o deixa viver com quase tudo, ou seja noventa por cento e mesmo assim ele não consegue suportar a pressão, e nem a tentação e acaba tirando de Deus para dá ao inimigo a única migalha que Deus exigiu dele, a décima parte do seu salário. Com isso, a pessoa que assim procede tem falta de tudo: “Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado.” (Ageu 1.6). Não tem alfaiate e nem costureira que consigam costurar os bolsos e o saco onde se põe o dinheiro, ele vive sempre furado.

O rei de Judá Ezequias, tinha ouro e prata. Se ele tivesse feito uma campanha teria arrecadado muito ouro e prata que daria para saldar a sua dívida imprudente junto ao rei Laquis da Assíria, porém ele achou mais fácil lançar mão daquilo que não era dele, mas de Deus, porquanto as portas do Templo eram consagradas e dava ao recinto a beleza, bem como ostentava a glória da riqueza de quem servia a Deus. Ezequias cortou o ouro das portas do templo do Senhor, e das ombreiras, de que ele, rei de Judá, as cobrira, e o deu ao rei da Assíria. Que falta de fé, de compromisso, de zelo, de temor, e reverência pelas coisas sagradas.

Não devemos lançar mão daquilo que não nos pertence. Do nosso salário, só podemos dispor de noventa por cento, os outros dez é de Deus, e o devemos levar à casa do tesouro, para mantimento e sustento da obra. Só somos abençoados quando não lançamos mão daquilo que não é nosso. Quem toca nas coisas do Senhor e as dá ao inimigo, trás para si maldição. Não tire de Deus e dê ao inimigo parte dos seus bens, que pertencem ao Senhor.

Muitos estão sentados em cima do muro, nada fazem para o Senhor, por que isso? Porque não são fieis ao Senhor. “Porém Rabsaqué lhes disse: Porventura mandou-me meu senhor somente a teu senhor e a ti, para falar estas palavras e não antes aos homens, que estão sentados em cima do muro…” (2 Reis 18.27).

A perda do primeiro amor

“Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres.” (Apocalipse 2.5).

A perda do primeiro amor significa uma queda na vida espiritual, a qual poderá refletir-se em outras áreas da vida, inclusive a familiar. Essa perda acontece quando o crente perde de fato a íntima comunhão com o Espírito Santo, o nosso Eterno Consolador.

Tudo na vida espiritual se baseia no amor, sem o amor, não há Evangelho, não há salvação, não haverá vida Eterna com Cristo. Sem amor deixaremos de estar ao lado de Deus, porquanto, Deus é amor. Paulo já dizia aos Coríntios: “Todas as vossas coisas sejam feitas com amor.” (1 Coríntios 16.14). O amor é tudo, e feliz é quem ama!

Se o amor entre os cônjuges se acabar, o que restará, então, do matrimônio? A restauração se torna difícil de acontecer quando o amor de fato desvanece. De igual maneira é o primeiro amor, aquele amor pela pessoa de Cristo, pela obra evangelística, pela salvação, pelos irmãos que professam a mesma fé, pelo semelhante, em fim, por tudo que se relaciona com Deus. A falta do primeiro amor afasta a pessoa da caminhada cristã, e ele passa a enfrentar derrotas em cima de derrotas nas batalhas espirituais.

Se a noiva de Cristo, eu e você, perder o primeiro amor, ou seja, o amor pelo noivo, a sua felicidade Eterna e o plano de salvação de Deus irá se extinguir de sua vida, é por isso que devemos ter zelo pela salvação e extremado cuidado com a vida espiritual. Cada um deve examinar-se a si mesmo: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.” (1 Coríntios 11.28).

Quando a pessoa perde o primeiro amor, todo o serviço para Deus também perde o valor e o significado. O desvio do amor abre diversas portas: – para as vãs contendas, para as obras da carne, e com isso surge o ódio, a ira, a inveja, a contenda e outras coisas mais. Quando o amor falta na vida do crente, ele corre o risco de destruir alguém, pelo qual Cristo morreu. Se você fez naufrágio no primeiro amor, então é hora de voltar para Cristo, basta somente se arrepender.

Permanecei no meu amor, disse Jesus! (continuação)

“Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.” (João 15.9).

O amor tem a capacidade de conservar o crente preparado para a vinda de Jesus Cristo. Quem ama de verdade a vinda do Senhor Jesus em glória, certamente, receberá a coroa de justiça: “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” (2 Timóteo 4.8).
O crente deve ama de todo o seu coração. Se alguém não ama ao Senhor, seja anátema, diz Paulo aos Coríntios (1 Coríntios 16.22). a marca do cristão é sem dúvida o amor fraternal. O apóstolo João diz: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13.34,35).
O inimigo ataca o amor do crente, mas as Escrituras mostram-lhe o segredo da vitória em Cristo: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 8.35-39). Meu conselho é para você permanecer no amor de Cristo.

Permanecei no meu amor, disse Jesus! (coninuação)

“Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.” (João 15.9).

O amor é a essência da vida cristã. Ele é indispensável porque evidencia a existência da fé. A fé que opera por amor: “Porque, em Jesus Cristo, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas, sim, a fé que opera por amor” (Gálatas 5.6. Paulo diz que “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13.13). É a obra da fé que aparece livremente no trabalho que fazemos com amor: “Lembrando-nos, sem cessar, da obra da vossa fé, do trabalho da caridade e da paciência, da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus Pai” (1 Tessalonicenses 1.3). O amor é o verdadeiro segredo para que a vida cristã funcione bem. Ele se expressa, não através de palavras nem de língua, mas por obra e em verdade.  São essas obras que resplandecem como luz, diante dos homens: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mateus 5.16). O amor, caríssimo leitor e irmão em Cristo, é o real segredo da nossa íntima comunhão com o Pai Celestial. Nós o amamos porque ele nos amor primeiro. O amor do Filho Unigênito nos alegra: “Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso.” (1 Pedro 1.8). O amor de Cristo além de nos impulsionar para estarmos a sós com o Senhor em oração, também nos direciona a obedecermos a Sua Palavra: “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” (João 14.15). O amor é o vínculo que une os crentes salvos em Cristo. “Amados, se Deus assim nos amou, também nòs devemos amar uns aos outros.” (1 João 4.11). Não se afaste de Cristo, permaneça em seu amor, porquanto, o amor é a certeza de que nascemos de novo: “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.” (1 João 5.1). Assim sendo, permaneça no amo de Cristo.

Agradecimentos

Quero externar minha sincera gratidão pelo trabalho evangelístico realizado no dia de ontem sob a liderança da vice-presidência de Evangelismo e Missões. Foi um evento que ficará marcado na história de nossa igreja. Parabéns a todos que contribuíram direta ou indiretamente para o brilhantismo e eficiente trabalho. Parabéns.

Pastor Orcélio.

Permanecei no meu amor, disse Jesus! (continuação)

“Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.” (João 15.9).

Permanecer no amor de Cristo, não é uma tarefa tão fácil para o cristão, pois ele enfrenta toda a sorte de dificuldades para abandonar a sua fé, e deixar de lado o caminho da salvação. O amor é quem mantém o carro do crente sobre os trilhos da justiça e da verdade. O amor é a essência da vida cristã. Jesus, por sua vez, é a perfeita caridade: “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. E nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor e quem está em amor está em Deus, e Deus nele” (1 João 4.8,16). Quando Cristo vive no crente, este passa a viver em amor. Saiba amigo leitor, que o amor é essencial, porque através dele a igreja de Cristo (eu e você) está unida a Jesus, como uma noiva ao seu noivo. Jesus é o noivo da igreja, a noiva pura e imaculada. Pela salvação nasceu em nós o “primeiro amor”: “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1 João 4.18-20). Pela salvação o cristão se compromete a mar a Jesus e ser-lhe fiel. O apóstolo Paulo escreveu assim: “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.” (2 Coríntios 11.2,3). A mesma preocupação do apóstolo dos gentios, é a minha também, por isso eu te digo, não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Permaneça firme, guardando a sua coroa, e tendo zelo pela sua vida cristã e pela sua salvação em Cristo. Não se afaste do Senhor Jesus, mas permaneça no seu amor.

Permanecei no meu amor, disse Jesus!

“Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor.” (João 15.9).

O Evangelho chegou a Éfeso no ano de 52 D.C., quando Paulo, ao findar sua segunda viagem missionária, passou por aquela cidade e pregou na sinagoga ali existente: “E chegou a Éfeso e deixo-os ali; mas ele entrando na sinagoga, disputava com os judeus. E, rogando-lhe eles que ficasse por mais tempo, não conveio nisso. Antes se despediu deles, dizendo: É-me de todo preciso celebrar a solenidade que vem em Jerusalém; mas querendo Deus, outra vez voltarei a vós. E partiu de Éfeso.” (Atos 18.19-21). Áquila e Priscila, o haviam acompanhado e ficaram ali, trabalhando em sua profissão e evangelizando. Quando Paulo iniciou sua terceira viagem missionária, voltou a Éfeso e achou doze crentes, os quais batizou. Na ocasião todos foram também batizados com o Espírito Santo: “ E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso; e achando ali alguns discípulos, Disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo. Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados então? E eles disseram: No batismo de João. Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo de arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo. E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas, e profetizavam.” (Atos 19.1-6). Deus abriu a porta para um grande despertamento, a igreja em Éfeso cresceu poderosamente e sinais e maravilhas foram feitos em nome do Senhor Jesus Cristo. Trinta e nove anos se passaram e Jesus enviou uma carta àquela igreja. O assunto principal foi quanto eles terem perdido o primeiro amor. O primeiro amor é de tal importância que justifica refletirmos até hoje sobre esse assunto. O amor é a essência da vida cristã. Ele é essencial porque é a vida do crente salvo em Jesus. A vida espiritual se manifesta quando, “Cristo vive em nós”: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gálatas 2.20). A esperança da glória é quando Cristo, verdadeiramente habita em nós: “Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória” (Colossenses 1.27). Não permita que o amor de Cristo esfrie dentro de você. Busque imediatamente a renovação espiritual. Não deixe que o primeiro amor desvaneça e venha se extinguir no seu coração. Jesus te ama e não está nenhum pouco feliz com o seu desânimo e frieza espiritual. Permaneça no amor de Cristo!

Vivendo com os porcos

“E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos. E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.” (Lucas 15.15,16).

Essa situação deprimente e angustiante, vivida por alguém que teve tudo na vida, riqueza, família, saúde, um lar, etc., e num dado momento se acha entre os porcos, e o pior, disputando a comida com eles para não morrer de fome. Assim como o jovem da parábola contada por Jesus, existem muitos, que não tem mais lar, nem família, nem riqueza, nem dinheiro para comprar pão e água, muito menos o suficiente para se vestir ou comprar produtos básicos para a sua saúde e bem estar.  Viver com os porcos era o estado daquele moço que outrora fora tão bem sucedido, filho de uma família que tinha uma propriedade lucrativa, com empregados e fartura de pão, e num dado instante, por uma decisão errada que tomou na vida, se acha agora entre inúmeros porcos famintos, tendo até que disputar a comida dos animais para poder se manter vivo. Às vezes não damos graças a Deus quando temos abundância e vivemos bem no lar, no trabalho, na escola, na faculdade, etc., entretanto, só valorizamos a família, o lar, e o emprego que temos quando estamos numa situação de grande dificuldade. É preciso refletir bastante antes de se tomar uma decisão na vida, pois, a mesma pode ser errada e ai a pessoa pagará caro por ela. O moço só viveu com os porcos até o dia em que ele refletiu sobre a sua situação e fazendo um balanço da vida viu que estava em grande dificuldade e precisaria voltar para casa, pedir perdão a Deus e a seu pai e recomeçar novamente no caminho da vitória, da bênção. Assim ele fez e foi bem sucedido. Seu pai o recebeu de volta e ele nunca mais voltou a apascentar porcos e comer a lavagem com eles.

Nem sempre lindas palavras saem da boca de um justo

“Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo.” (Atos 16.17).

Enquanto alguns cristãos não têm cuidado com aquilo que falam, e nem conseguem expressar lindas frases ao seu semelhante, capazes de edificar e valorizá-lo por aquilo que eles estão fazendo ou representam na sociedade, o homem tomado pelas possessões malignas é capaz de dizer algo que impressiona, e até mesmo comove àqueles que não têm o dom do discernimento de espíritos. A moça da passagem em lide estava tremendamente possessa, porém, os demônios que a usavam para adivinhar a vida das pessoas é quem disse: “…estes homens que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo”. E tratava-se de uma verdade, todavia, Paulo ficou deveras perturbado com aquele procedimento e voltando-se para a moça, expulsou os demônios: “E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu” (Atos 16.18). Foi o dia mais triste para muitas pessoas que viviam escravizados por Satanás, que não iam para casa se não passasse ali e tivesse sua vida revelada por adivinhação. Como Satanás não fala a verdade, então, tudo era pura mentira. Assim como aquelas pessoas, existe muita gente boa procurando se guiar por horóscopo, quiromancia, revelações através de cartas e búzios. Ali deixam fortunas e não conseguem a paz interior, a verdadeira felicidade e seus problemas solucionados. São verdadeiros escravos, que dia após dia vão definhando e desvanecendo na vida espiritual. Se você é um cristão fiel a Deus, então procure falar sempre a verdade e usa palavras temperadas com sal. Jamais, use palavras de baixo calão e nem gírias perniciosas. Ao se referir ao seu semelhante use sempre as melhores palavras, as mais impressionantes e edificantes frases existentes em seu vocabulário. Saiba uma coisa: nem sempre lindas palavras saem da boca de um justo, mas pode ser proferidas por uma entidade demoníaca que usa a boca de alguém, como aconteceu no relato de Atos dezesseis.

Jacó, um homem de coragem que aceitou ser transformado!

“E levantou-se aquela mesma noite, e tomou as suas duas mulheres, e as suas duas servas, e os seus onze filhos, e passou o vau de Jaboque.” (Gênesis 32.22).

Para Jacó, o vale de Jaboque lhe trazia lembranças inefáveis, pois foi nele que Deus operou a transformação do seu homem interior, mudando-lhe o caráter, e trocando o seu nome de Jacó para Israel. Foi também no vale de Jaboque o lugar em que ele lutou com o anjo do Senhor e foi ferido para o resto de sua vida, como uma marca de quem lutou com Deus. Jaboque em hebraico significa Efusão e tratava-se do mais importante rio de Gileade e um tributário do rio Jordão. Foi ali que ele começou a reconciliação com seu irmão Esaú, porquanto recebeu ali autoridade e poder de Deus para se encontrar com seu irmão pedir-lhe perdão por tudo que houvera causado no passado. A passagem fala de Jacó, filho de Isaque e Rebeca. Jacó teve o seu nome mudado por Deus, no vale de Jaboque, o mais importante rio de Gileade e um tributário do Jordão. Deus mudou o nome de Jacó para Israel, o que luta com Deus. Essa personagem bíblica representa muito bem a coragem de um homem para ser transformado, para ser diferente e dá o nome a nação de Israel. Uma luta que traduz muito bem o conflito entre a carne e o espírito. A vida de Jacó foi cheia de altos e baixos; de vitórias e também de muitas derrotas. Sempre que Deus resolve tomar uma vida para usá-la no seu serviço, a primeira coisa que opera é a transformação, o que nos leva a afirmar que ninguém é capaz neste mundo, de realizar qualquer coisa concreta, no seu reinado, enquanto não for transformado num novo homem, pela operação do Espírito Santo de Deus. Isaías era de impuros lábios, tímido e inseguro até que a brasa viva do altar do Senhor tocou-lhe os lábios, transformando-o numa nova criatura para exercer com autoridade o Ministério Profético. Isaías teve coragem para ir al templo e se deixar alcançar por Deus para ser um homem diferente dos demais de sua nação. Os pescadores do mar da Galiléia foram transformados pelo poder das palavras do Mestre e se tornaram pescadores de homens. Eles tiveram coragem para seguir a Cristo, para aceitar o convite para serem pescadores de homens, ou seja, tiveram coragem para serem diferentes dos demais judeus. Paulo foi transformado também pelo poder de Deus: de perseguidor a perseguido; de Saulo em Paulo; de fariseu a apóstolo dos gentios, tudo por amor a Cristo, por amor a causa do precioso Evangelho de Jesus Cristo o Salvador. A relação dos que foram transformados por Deus para logo se tornarem baluartes da fé e instrumentos do Espírito Santo, tornar-se-ía interminável se tivesse que relacionar tais ungidos. Hoje, Deus continua fazendo a sua Obra transformadora nas vidas de homens e mulheres a fim de o seu nome ser exaltado e glorificado. O povo de Deus transformado pelo poder do Seu Espírito Santo deve colocar-se ao serviço dos milhões que ainda vivem a velha vida. Vivem a velha vida porque não têm coragem de se deixarem alcançar por Cristo para serem diferentes. Amados em Cristo, sem a transformação espiritual, jamais seremos diferentes. Sem a transformação espiritual, que sempre gera graça para outras áreas da vida, não se consegue obter êxito contínuo na caminhada cristã, mas somente se nos colocarmos na presença de Cristo, e termos a coragem para nos deixarmos ser transformados e assim poder fazer o trabalho que Deus nos confia a realizar. Vivamos a vida transformada e abundante que o Senhor Jesus Cristo tem nos concedido. A natureza dessa transformação precisa atingir a sua moral, n área social, e a sua vida espiritual. Jacó, um homem de coragem que aceitou ser transformado! E você vai aceitar ser transformado também?

Não perca os alvos em sua vida, lute por eles

“Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3.14).

 

É impressionante o número de pessoas que tenho conversado e me confessado que não mais sentem prazer em lutar pelos seus alvos, quer sejam eles materiais ou espirituais. Outro dia conversava com uma senhora, bem jovem, e ela havia se separado do marido. Ela não tinha mais esperanças de reconquistá-lo, também não iria fazer nenhum esforço para buscar uma restauração. Ele simplesmente aceitou a derrota, e não tinha forças para batalhar na esfera espiritual. Às vezes a pessoa não consegue alcançar um objetivo, mas existem outros que poderão ser conquistados. A esperança nesse caso é muito importante. A fé também é uma alavanca que garante a vitória, então, o que fazer para lutar pelos alvos de nossas vidas? Em primeiro lugar é confiar em Deus e em você mesmo; depois ser persistente, não ignorando as artimanhas de Satanás, mas lutando firmemente contra todas as hostes malignas, e buscando a ajuda de Cristo. Se um alvo não foi alcançado, lute pelos demais, porém, jamais desista de tudo na vida. Seja forte e confie mais em Deus. O Salmista diz: “Os que confiam no Senhor serão como o monte de Sião que jamais se abala, mas permanece para sempre”. Não perca os alvos de sua vida, lute por eles!

Estou Vivo, porém, com as mãos e pés atados

E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o, e deixai-o ir.

 

A ressurreição de Lázaro foi algo que abalou Betânia e toda Jerusalém nos dias de Jesus Cristo. Vale ressaltar que Jesus precisou duas vezes do homem para que a pessoa de Lázaro pudesse respirar e sair andando novamente como antes. O amigo de Jesus, irmão de Marta e Maria já estava a quatro dias no túmulo, e diz a Bíblia que ele cheirava mal: “Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias.” (João 11.39). Jesus com sua autoridade e poder do alto, procedente do Pai, poderia ter retirado a pedra da boca do túmulo sem grandes alardes, mas não o fez, ele pediu que tirassem a pedra. Depois de ter orado ao Pai, ordenou que Lázaro saísse do túmulo e ele saiu da mesma maneira como entrou, com as mãos e os pés envoltos por faixa e um lenço em volta de seu rosto. Nesse episódio aprendemos que grande parte dos obstáculos de nossa vida, não são retirados por Deus, mas Ele deu capacidade para nós mesmos batalharmos e sermos vitoriosos na pessoa de Cristo. Outra coisa importante é que absorvo como lição de vida, é que há muitos que têm vida, respiram, estão participando das atividades deste mundo, porém, estão como Lázaro, com as mãos e os pés atados, e mais, com um lenço sobre o rosto, consequentemente não andam, não se alimentam da Palavra de Deus, pois o lenço tapa-lhes a boca, os olhos, não lhe permitindo vê o que está a sua frente, inclusive Jesus, a família, representada por suas irmãs Marta e Maria, e também os seus amigos. Que fazer para ser um vitorioso na vida? Não basta ter vida, é preciso se libertar das tiras que lhe amarram os pés e as mãos, bem como se livrar do lenço que não permite você mostrar a sua verdadeira identidade como servo do Deus Altíssimo. Você precisa enxergar Jesus, sua família e seus amigos.

Fome pela vida!

“E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições.” (2 Timóteo 3.12).

 

Quer conhecer o mundo como ele realmente é? Então, comece a andar pelas ruas e observe os “donos do pedaço”. Uns cuidam de alguns espaços que antigamente chamávamos de públicos. Você não tem sossego, nem paz, pois eles estão por todos os lugares, são pessoas necessitadas, outros com expressões de sofrimento, outros com sintomas de quem estão tremendamente endemoninhados, precisando urgentemente de libertação e de salvação. Eles não entram nas igrejas, eles fogem da família, dos parentes e se lançam por esse mundo pedindo alguma coisa a um e a outro. Alguns invadem as lixeiras e catam algum resto de comida, o que provoca no meu íntimo uma dor inexplicável. A realidade do mundo é algo que causa dó e tristeza na alma. Esses que estão nas ruas, e que precisam do meu e do seu amor, crescem e outros até nascem ali mesmo e se criam ali. É uma realidade que tem tomado conta das grandes metrópoles. O que fazer por essas pobres e miseráveis criaturas? Onde está o Estado? A igreja faz o que pode, dentro de suas limitações, mas ainda é pouco. Eles até choram quando falamos de Cristo, porém, o Evangelho por si só não os tira das ruas, pois algo muito mais prático faz-se necessário dar a essas pessoas; não somente amor, mas condições de vida e reintegrá-los à família e a sociedade. Muitos até perecem nas ruas, e isso é muito triste. Eles têm fome pela vida, e com uma vida tão fragilizada, vão vivendo como podem!

“Sentindo-se como uma carroça!”

“A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora, contudo vos reconciliou.” (Colossenses 1.21.).

Lendo outro dia um livro eu me deparei com a expressão de um paciente que falou dessa maneira para a psicoterapeuta: Estou me sentindo como uma carroça!” É a pura verdade, quando a pessoa está longe de Deus, mergulhada em seus problemas, crises diversas, em todos os contextos da vida, é como uma carroça que cruza as ruas da cidade e vai jogando em cima tudo que vai achando pelas calçadas e encostado nos postes. Sobras, lixos, coisas que as pessoas não querem mais. Paulo escrevendo a Tito ele relata o passado de alguns que se converteram ao Evangelho de Cristo, ou seja, o que tinha em cima da carroça, que fazia com que o peso fosse insuportável: “Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros.” (Tito 3.3). Esse lixo, todo o homem sem Deus carrega em seus ombros, como fardo pesado, que não lhe permite se aproximar do Espírito Santo. São iniquidades que se avolumam tornando o fardo pesado, porém, o Senhor Jesus diz para ti: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11.28-30). “Sentindo-se como uma carroça!” – Quero dizer para você para não se sentir como uma carroça, mas levante-se, ressuscite espiritualmente e permita o Espírito Santo retirar o lixo que esteja, por ventura, acumulado em seu coração, a carroça que todo homem carrega. Jesus diz: “O que contamina é o que sai e não o que entra”. Se a carroça, ou seja, seu coração estiver de coisas ligadas ao pecado, então, é provável que venha a contaminar sua alma. Se isso está acontecendo em sua vida, então, permita Deus limpa o teu interior, para você não se sentir como uma carroça e poder andar como filhos da luz: “Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz.” (Efésios 5.8).

Conheça um pouco da história do pastor Orcélio Amâncio

José Orcélio de Almeida Amâncio é hoje, o pastor presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, igreja do Novo Milênio, localizada no Núcleo Bandeirante, na 3ª Avenida, Área Especial nº 5, Módulo I, Brasília,DF.

Seu ministério teve inicio na Assembléia de Deus em São Cristovão, Rio de Janeiro no ano de 1978. Teve como pastores presidentes o pastor Túlio Barros Ferreira, Pastor Gesiel Nunes Gomes, Pastor Timóteo Ramos de Oliveira e muitos outros. Foi separado para Auxiliar de Trabalho, Diácono, Presbítero pelo Pastor Túlio (que já dorme no Senhor). Ascendeu ao Ministério Pastoral na Função de Evangelista e depois Pastor, sendo ordenado pela Convenção Fraternal presidida pelo Pastor Túlio Barros Ferreira.

Cursado em Letras pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Português e Hebraico, o pastor Orcélio tem se dedicado fielmente a obra da evangelização e aconselhamento pastoral, tendo em suas horas vagas despertado para escrever algumas obras, inclusive para atender ao público infantil.

Bacharel em Letras pela Escola de Preparação de Obreiros Evangélicos (EPOE), no Rio de Janeiro, fez EETAD na Assembleia de Deus da Ilha do Governador, é aluno do curso de hebraico moderno pela eTeacherGROUP (Online Language Academy) com aulas semanais diretamente de Israel. Foi coordenador dos cursos da Faculdade Teológica da Assembleia de Deus (FATAD), em Brasíla,DF, por um período de cerca de dez anos e, também ali, atuou como professor de várias cadeiras teológicas. Na migração para a Faculdade Evangélica (FE), atuou como pioneiro do quadro de professores, ministrando hebraico bíblico e outras disciplinas do curso de teologia. Foi professor do antigo Seminário Teológico SABER (Seminário de Assuntos Bíblicos e Educação Religiosa) que funcionou nas dependências da Assembléia de Deus um Novo Dia, na L 2 Sul, bem como cooperou com o ensino na UNIECO, que funciona no mesmo endereço.

Pós-graduado em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Albert Einstein (FALBE) de Brasília,DF, o pastor Orcélio tem se dedicado ao ensino da Palavra de Deus e incentivado aos membros de sua igreja a não desistirem de estudar e buscar atingir os objetivos de vida, a fim de serem bem sucedidos na igreja e úteis a sociedade brasileira como bons cidadãos.

Oficial da Marinha do Brasil. Serviu a pátria durante 38 anos, galgando diversos postos. Foi marinheiro da Escola de Aprendiz Marinheiro de Fortaleza,CE, Turma Kilo/73, seguiu carreira chegando ao posto de Capitão-de-Fragata do Quadro Técnico, posto que ele muito honra e tem orgulho até hoje.

Casado com a Missionária Eliane da Silva Correia Amâncio, primeira filha do pastor Israel Alves Correia com a Missionária Meralina da Silva Correia. O pastor Orcélio conheceu o pastor Israel em uma de suas “viagens de ouro” pela Marinha. O pastor Orcélio tem três filhos que o acompanham na obra de Deus, são eles, Aldhiney, Adriel e Douglas. Os dois primeiros são pastores, e o caçula diácono e, hoje, atua como ministro de louvor. Todos os meus filhos e noras encontram-se firmes no caminho de Jesus Cristo. Duas noras abrilhantam a família, Sara Ingrid e Thais Amâncio, e por último tornando a família ainda mais abençoada e feliz, Deus brindou a família Amâncio com o nascimento do menino Rafael Nicolas, filho do casal Aldhiney e Sara Ingrid, porquanto, o primeiro netinho do pastor Orcélio e missionária Eliane.

Hoje, fazendo parte do quadro de Oficiais da Reserva da Marinha, tem se dedicado ao trabalho pastoral da igreja Assembleia de Deus no Núcleo Bandeirante, e também escrevendo livros edificantes.

O pastor Orcélio dedica parte do precioso tempo, para  escrever livros. Recentemente lançou a Coleção nas Asas do Espírito, composta de sete livros: Vol. I, Nas Asas do Espírito, dando nome a citada coleção, Vol. II Crescendo como a videira, Vol. III Bebendo da fonte verdadeira, Cristo, Vol. IV Firme como a palmeira, Vol. V Vaso renovado, vaso de bênçãos, Vol. VI Mantendo a chama acesa e o Volume VII Cuidando dos bens recebidos, fruto das palavras pastorais que vem escrevendo no boletim da igreja, a cada domingo, desde que assumiu o pastoral da referida igreja em 05 de dezembro de 1999.

O pastor Orcélio é autor do livro que retrata parte de sua biografia, Avistei o Farol e o Túnel do Tempo onde ele relata alguns testemunhos marcantes de sua trajetória ministerial.

Brevemente, estará lançando outros livros: Subindo a Montanha e Firme como a Palmeira, livros de esboços bíblicos (dois volumes) bem como alguns livros infantis: Coleção personagens bíblicas (Noé e a arca, Moisés tirado das águas, Daniel na cova dos leões famintos, etc.; Maneiro, muito maneiro, que narra a abertura do Mar Vermelho; folheando o álbum de fotografias de Jesus Cristo (uma história emocionante sobre o nascimento e infância de Jesus) e o Menino que não conhecia Jesus, somente o celular.